quarta-feira, 14 de maio de 2008

Antas numa relação sexual, você já viu?

Vídeo: ANTA

ANTA

Nome científico: Tapirus terrestris.

Nome em inglês: "Tapir".

Ordem: Perissodactyla.

Família: Tapiridae.

Habitat: Florestas Tropicais, Pantanal e Cerrado.

Distribuição geográfica: Colômbia, Venezuela, Brasil e norte da Argentina.

Gestação: Dura cerca de 400 dias.

Número de filhotes: 01. Raramente nasce mais de um filhote; este possui uma coloração diferente dos adultos: são rajados de marrom e branco. Ele é amamentado até quando a mãe estiver lactando. Em um ano e meio já está crescido e com a aparência dos adultos.

Alimentação: Comem frutos, folhas, caules, brotos, pequenos ramos, grama, plantas aquáticas, cascas de árvores, organismos aquáticos e pastam inclusive sobre plantações de cana, melão, cacau, arroz e milho.

Características: Pode atingir até 02m de comprimento por 1m de altura. Quando adulto pode pesar até 300 kilogramas. Possui uma pequena tromba móvel na ponta do focinho e uma cauda curta, além de 04 unhas nas patas dianteiras e 03 nas traseiras. O jovem apresenta listras e manchas claras e coloração parda avermelhada. À medida que envelhece, sua coloração vai ficando marrom escura e uniforme pelo corpo.


Curiosidades: Uma lenda conta que, quando o mundo foi feito, o Criador formou a anta com partes tomadas de empréstimo de outros animais. Isto explicaria porque a anta ou tapir tem a forma de um porco, pé de rinoceronte, cascos de boi e o focinho como uma pequena tromba de elefante. Em temperamento, porém, não é igual a nenhum desses animais.

Animais de hábitos solitários são encontrados acompanhados apenas durante a época de acasalamento ou durante a amamentação. Os machos urinam regularmente nos mesmos locais, talvez para mostrar aos outros indivíduos da mesma espécie sua presença no local.

A anta possui glândulas faciais usadas para deixar rastro de cheiro. Pode viver até 35 anos. Possui hábitos noturnos. É o maior mamífero brasileiro. A visão é fraca, mas a audição e o olfato são muito apurados. Seus meios de percepção baseiam-se em odores e sinais acústicos.

Existem quatro espécies de antas: duas sul-americanas, uma centro-americana e uma asiática. Há uma espécie andina que localiza-se na Colômbia, no Equador e no Peru. A outra espécie sul-americana vai da Venezuela até o Paraguai. Na América Central, desenvolve-se no sul do México até o Panamá. Na Ásia, ocorre na Tailândia, Malásia e Sumatra. A anta asiática tem uma capa de pelo branco no meio das costas. Isso faz dela uma presa fácil para os tigres.

A anta toma banhos freqüentes de lama e de água para se livrar de parasitas como carrapatos, moscas, etc. Por isso é encontrada próxima a rios e florestas úmidas. Durante o dia, a anta fica escondida na floresta. À noite, deixa o esconderijo para pastar. Suas pegadas, difíceis de serem confundidas, podem ser vistas logo ao amanhecer nas trilhas abertas na floresta, nas margens dos rios e até no fundo das lagoas.

Entre os predadores da anta estão o homem, sucuris e a onça. Quando surpreendida ou ameaçada, ela mergulha na água ou se esconde entre arbustos fechados. É capaz de galopar, derrubando pequenas árvores e arbustos, fazendo muito barulho, além de nadar e escalar terrenos íngremes muito bem. Entre as vocalizações emitidas pela anta, incluem-se o guincho estridente, usado para demonstrar medo, dor e apaziguamento; o estalido que pode ser usado para identificar indivíduos da mesma espécie e o bufo que significa agressão.

Durante o acasalamento, os machos atraem as fêmeas com assobios estridentes. A cópula pode ocorrer tanto dentro quanto fora da água. O casal se separa após isso. Os índios tupis chamam a anta de "tapir" e os norte‑americanos adotaram esse nome, mas para os índios guaranis a anta é "emborebi". A força da anta é tamanha, quando vai arrebentando galhos e arbustos para avançar no meio da mata, que as verdadeiras picadas que ela abre são chamadas de "embopirape", que significa estrada da anta.

A Via‑Láctea tem o mesmo nome, porque os índios acreditam que só uma anta correndo pelos ares teria sido capaz de deixar um rastro tão brilhante como aquele mar de estrelas, atravessando o céu de lado a lado.

Alerta: Sua população está aos poucos diminuindo, devido à caça predatória e à destruição de seu ambiente natural.

Por; Délcio Rocha

Referências Bibliográficas

http://www.rio.rj.gov.br/riozoo/zoo48.htm http://www.brazilnature.com/fauna/anta.html http://www.itaipu.gov.br/ http://br.wrs.yahoo.com/;_ylt=AlwV.Fx2okkmORk0rMxcGg_.6Qt.;_ylu=X3oDMTA4NDgyNWN0BHNlYwNwcm9m/SIG=12bdtjrgk/EXP=1125330077/**http://www.altamiranet.com.br/natureza/anta.asp http://www.saudeanimal.com.br/ http://www.naturezaselvagem.hpg.ig.com.br/biografias/anta.htm http://www.barcohotelbonanca.com.br/anta.htm http://www.pampasafari.com.br/site/animais.htm

Queiroz, Luiz R. de S. 100 animais brasileiros publicados no Estadão O estado de São Paulo, 1997.

Fonte: ambienteemfoco.com.br

Um comentário:

  1. o nome de anta decorre da sua burrice, pois naõ sabe subir na femea para trepar, embora tenha um super cacete.Concorda?

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