domingo, 27 de julho de 2008

Banheira do Gugu

Vídeo: Banheira do Gugu - Fabiana Andrade


Se você tem entre 18 e 25 anos, certamente vai se lembrar de um dos quadros que mais deixava os pequenos nerds dos anos 90 loucos: Banheira do Gugu.


Ôe, Ôe, Ôe, Ôe, Ôe!! Uba, Uba, Uba, Hey! Uba, Uba, Uba, Hey!

Lá pelos idos de 1998/1999 (não lembro exatamente), Augusto Liberato nos trouxe o inesquecível e strogonófico quadro da Banheira, presenteando o universo e ganhando assim o título de Papai Noel dos garotos desprovidos de Playboy TV.

Diferentemente do clássico Fantasia, o quadro da Banheira era só, bom, um quadro. Durava no máximo uns 10 minutos, mas era tempo suficiente para fazer do domingo um dia com algum significado. Sua importância era tanta, que se naquela época a Morte chegasse para qualquer garoto e fizesse a pergunta final, com cerveja veríamos o seguinte diálogo:


Morte - Qual o sentido da vida?!
Garoto - BANHEIRA DO GUGU!
Morte - Resposta eeeeeeexata!

A atração consistia num ritual básico: Aparentemente havia uma competição entre duas equipes, a masculina e a feminina, composta basicamente de semi-celebridades. A prova era realizada em uma banheira cheia d´água e de MUITO potencial, onde o nosso guru Augusto jogava 10 sabonetes. Cada integrante entrava na banheira com seu devido traje de banho para pegar o maior número de sabonetes possível no tempo de 1 minuto. Os participantas eram impedidos por uma modelo-gostosa trajando biquíni na vez do time masculino e por um modelo-miserável no caso do time feminino. Enquanto isso uma câmera rodeava a galera dando super-closes nas mulheres que estavam do lado de fora abaixadas (leia-se de bunda para cima) na beira da banheira. Quem não conhece o programa, me pergunta “E qual é graça disso?”. Você não leu ali a parte do “modelo-gostosa trajando biquíni” e “super-closes”, infeliz? Mas calma, o melhor está por vir.

No remexer da prova, água pra cá, água pra lá, há apenas um momento de poucos segundos em que o quadro atingia seu ápice: quando alguma das mulheres estava “defendendo” a banheira — citemos a Nana Gouvêa, uma das campeãs — e deixava a parte superior do biquíni sair do lugar, não percebendo e não a colocando de volta! Ou percebendo e deixando aparecer, sei lá. O que importa é que esses milésimos de segundo era o que fazia cada garoto da época quase ter ataques epiléticos de felicidade em frente a sua TV.

Havia também o momento em que as integrantes do time feminino tentavam “atacar” e pegar o sabonete, mas era sem graça pois geralmente o modelo-miserável que defendia o time dos homens, não tinha a arte de fazer-o-biquíni-sair-de-propósito-mas-não-parecendo que um Tiririca tinha. Essa parte só funcionava quando as mulheres tentavam pegar os sabonetes e a banheira era defendida por algum dos integrantes masculinos que tinha essa malemolencia.

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