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terça-feira, 1 de maio de 2012

Vídeo monstrando sexo de menina de 11 anos e garoto de 14 abala cidade gaúcha


Publicado originalmente em 23/03/2009
Uma menina de 11 anos e um garoto de 14 anos aparecem em momentos íntimos em um vídeo veiculado na internet desde a semana passada. Os jovens são do município de Ibirubá, Rio Grande do Sul, cidade com 18,6 mil habitantes. A pequena cidade ficou abalada com o conteúdo do material. Além dos dois menores, outros dois, um de 13 e outro de 14 anos, também estariam no momento da filmagem. A família da menina deixou a cidade com vergonha da repercussão que o vídeo causou. Ibirubá é um município onde todos se conhecem pelo nome.

Os quatro adolescentes jogavam videogame na casa de um deles, enquanto dois deles foram para o quarto, onde foi feito o vídeo com um celular. O vídeo foi enviado a outras pessoas, até se tornar público e chegar à internet. O caso foi parar na Delegacia de Polícia Civil e a família da garota chegou a deixar a cidade com tamanha exposição. O padrasto dela disse que a vida deles virou “um inferno”.

A polícia já ouviu cerca de dez pessoas, e pretende apurar quem colocou o vídeo na internet e responsabilizar legalmente. Um dos sites já foi retirado do ar, e o outro, com servidor desconhecido, ainda mantém as cenas.

Fonte: Rádio Criciuma 


Criada no orkut a comunidade com o título “Alan - Kid Alfinete” em referência ao garoto de 14 anos que transou com a menina de 11 anos

Foi criada uma comunidade no Orkut com o título “Alan - Kid Alfinete” com cerca de 500 membros, na qual é uma referência ao garoto de 14 anos que transou com a menina de 11 anos. Nesta comunidade foi colocado o perfil de Alan, o garoto que teve relações íntimas com a menina de 11 anos, o perfil da própria menina e, ainda, uma comunidade em “homenagem” ao garoto (Goi Nicolodi) que filmou o ato sexual.

O vídeo foi publicado na internet por algum dos garotos e a partir daí replicado em muitos sites (principalmente em servidores internacionais, como o 4shared), com vários nomes diferentes.

Há relatos que o vídeo foi publicado com o nome inicialmente como “Alan_e_Kenya-_ibirub_“, depois já foi visto com outro nome, “Carnaval Chapecó.wmv” e, ainda, encontra-se no orkut que o nome do vídeo também está sendo replicado como “Alan_KID_ALFINETE“. Kid Alfinete é um apelido criado na internet a partir do relato de quem viu o vídeo e achou o pênis do garoto bem menor do que a média brasileira.

O caso de maneira alguma é de pedofilia, que é o desvio sexual "caracterizado pela atração por crianças ou adolescentes sexualmente imaturos, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidades ou de atos libidinosos". Trata-se, o caso, de dois jovens, um adolescente e a garota ainda criança. Mas práticas correlatas, como divulgar a pornografia infantil ou fazer sua apologia, também configuram atos ilícitos classificados por muitos países, inclusive no Brasil, como crime.


domingo, 8 de maio de 2011

Cenas de sexo com adolescentes, gravadas por celular, se espalham em cidade gaúcha

SÃO PAULO - Cenas de sexo com adolescentes foram gravadas por celular e se espalharam pela pequena cidade de Bom Retiro do Sul, no interior gaúcho. As imagens se espalharam rapidamente. A cidade tem apenas 12 mil habitantes e quase todo mundo se conhece.

Uma das adolescentes que aparecem nas cenas tem 17 anos e estudava no maior colégio de Bom Retiro do Sul. Ela disse que sabia que nas imagens seriam gravadas, mas não imaginava que fossem ser espalhadas.

A garota deixou o colégio e perdeu o emprego.

- Parece que meus sonhos deste ano caíram tudo, foi tudo por água abaixo. Tudo por uma besteira, feito por um cara que não tem consciência - diz ela.

Um garoto afirma que a troca de vídeos por celular é uma febre, que se espalha via bluetooth. Depois que começa, se espalha rapidamente.

Quatro vídeos de sexo, gravados por celular, se espalharam pela cidade. A Polícia investiga o caso e acredita que dois deles foram espalhados por vingança, por ex-namorados que estavam inconformados com o fim do namoro.


Dois jovens estão sendo investigados. Um é um adolescente, menor de idade, e pode responder por ato infracional. O outro é maior de 18 anos e deve responder por divulgação de imagens pornográficas com menor de idade, cuja pela pode variar de 3 a 6 anos de prisão.

EXTRA

domingo, 1 de agosto de 2010

No RS, adolescentes transmitem cenas de sexo ao vivo pela internet

SÃO PAULO - Dois adolescentes, de 16 e 14 anos, prestaram depoimento à polícia do Rio Grande do Sul depois de exibirem cenas de sexo ao vivo pela internet, via Twitcam, no Twitter. As cenas foram transmitidas entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, em Porto Alegre. A Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos da capital gaúcha foi acionada, inclusive via Twitter, por pessoas que viram as cenas.

Segundo o delegado Emerson Wendt, ele ficou sabendo do que havia acontecido pela conta de seu Twitter pessoal. Ao comprovar que as cenas existiram e foram gravadas, o delegado conseguiu identificar os jovens. Eles foram chamados a prestar esclarecimentos na delegacia, onde foram acompanhados dos pais. O rapaz, de 16 anos, foi ouvido na segunda-feira, e a garota, de 14, nesta terça.

Eles decidiram que teriam uma relação sexual se o número de acessos ultrapassasse 20 mil
De acordo com as informações prestadas pelos jovens, eles se conheceram pela internet há cerca de um mês. O primeiro encontro entre eles aconteceu na última sexta-feira. No domingo, eles voltaram a se encontrar e fizeram uma aposta. Num jogo de cartas on-line, o Uno, quem perdesse teria que tirar a roupa e se submeter às carícias do ganhador na webcam. A menina perdeu.

- Eles tiraram as roupas e fizeram carícias. Como as imagens estavam sendo transmitidas pela Twitcam, decidiram que teriam uma relação sexual se o número de acessos ultrapassasse 20 mil. O número de acessos chegou quase a 25 mil, mas a menina desistiu de consumar o ato e pediu que a câmera fosse desligada - informou o delegado Wendt ao GLOBO.
Segundo o delegado, os jovens são de classe média. Eles não foram apreendidos, porque não havia mandado judicial ou foram flagrados nas cenas. Por isso, eles foram liberados depois do depoimento. O caso será encaminhado ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente, que deve enviar ao Ministério Público. O MP deverá decidir que tipo de medida socioeducativa será aplicada aos jovens.

Os pais não devem ser punidos pelo ato dos filhos. Os pais disseram ao delegado que não sabiam que o estava acontecendo.

O delegado disse que uma terceira pessoa que teria gravado e postado as imagens num site internacional está sendo procurada. Ela poderá ser indiciada por divulgar imagens pornográficas.

A legislação determina que a pessoa que adquirir, possuir e armazenar foto, vídeo ou outro tipo de registro de cenas que envolvam sexo entre adolescentes, está sujeita a uma penalidade de um a quatro anos de prisão mais multa.

Read more: http://tvcanal7.blogspot.com/2010/08/video-de-adolescentes-em-cenas-de-sexo.html#ixzz0vPGAeLWQ

Fonte: O GLOBO

domingo, 2 de maio de 2010

Adolescentes aderem ao 'sexting' e postam fotos sensuais na internet

Meninas e meninos de 12 a 17 anos buscam fama virtual em sites.
Fenômeno preocupa Promotoria e polícia pelo risco de pornografia.


Em busca da fama virtual, adolescentes de 12 a 17 anos estão aderindo cada vez mais ao “sexting”. O fenômeno criado por jovens nos EUA há cerca de cinco anos chegou recentemente ao Brasil. O termo é originado da união de duas palavras em inglês: “sex” (sexo) e “texting” (envio de mensagens). Para praticar o “sexting”, meninos e meninas produzem e enviam fotos sensuais de seus corpos nus ou seminus usando celulares, câmeras fotográficas, contas de e-mail, salas de bate-papo, comunicadores instantâneos e sites de relacionamentos.


Os adeptos também mandam mensagens de texto eróticas no celular ou internet com convites e insinuações sexuais para namorados, “ficantes”, paqueras, pretendentes ou amigos. A prática preocupa representantes da Polícia Civil, do Ministério Público de São Paulo e entidades civis de preservação dos direitos humanos na internet ouvidos pelo G1. Todos alertam para o risco da pornografia infantil e prostituição.
Vejo isso como um perigo muito grande. O pedófilo percebe isso e começa a aganhar intimidade"
Tales de Oliveira, promotor
“Vejo isso como um perigo muito grande. O pedófilo ou o aliciador percebe isso e começa a ganhar intimidade. Isso acaba sendo porta para prostituição”, afirmou o promotor Tales de Oliveira, do Departamento de Execução da Infância e Juventude de São Paulo, aoG1.

Bastam alguns cliques para ver adolescentes em poses provocantes, se exibindo em imagens postadas por eles mesmos em álbuns de fotos, sites pessoais e vídeos. Vale tudo para chamar a atenção. As meninas ficam só de lingerie ou biquíni, agarram ou beijam amigas na boca, mostram closes de decotes ousados e até autografam os próprios seios com o nome de suas páginas ou de colegas. Os garotos preferem ficar de cuecas, sem camisa, ou abraçar garotas simulando atos sexuais. Em outros casos, jovens chegam a ficar nus.
Com preços acessíveis, uma máquina digital ou celular com câmera não são mais exclusividade de filhos da classe média. Por conta disso, é quase impossível contabilizar o número de praticantes do exibicionismo juvenil. Segundo a Safernet Brasil (organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na proteção e promoção dos direitos humanos na internet), quem mais acessa a rede mundial de computadores é o jovem entre 16 e 24 anos, o que representa 78% do total de internautas no país.
Neste universo, ganha fama quem tiver mais acessos no seu fotolog, Orkut e YouTube. Outra maneira de ser popular é vencer os concursos virtuais promovidos pelos sites. Depois disso, a celebridade instantânea irá contar com fã-clubes e uma legião de seguidores.
Outro lado
A reportagem entrou em contato com o provedor responsável por hospedar os sites que disponibilizam os serviços de fotos e vídeos na internet. Segundo a assessoria de imprensa do Google, “os conteúdos considerados impróprios podem ser denunciados pelos usuários". "Já os de pornografia e os que ferem direitos autorais são removidos.”

Segundo a Safernet Brasil, dados da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos mostram que a pornografia infantil lidera o número de denúncias no país. Foram mais de 2 mil entre 1º de março a 1º de abril deste ano.
Internet, celular, máquina digital: estas tecnologias potencializam algo típico da adolescência"
Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da Safernet
“Internet, celular, máquina digital. Estas tecnologias potencializaram algo típico da adolescência. É preciso discutir sexualidade na família e na escola para que ele não vire sexo precoce depois”, disse o psicólogo Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da Safernet.
O artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) define o que é pornografia infantil: “Para efeito dos crimes previstos nesta lei, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais”.
A Safernet tem trabalhado na formação de mais de 4 mil educadores no Brasil. São aplicadas sugestões de exercício nas salas de aula para trabalhar esse tema. Ao receber as denúncias de sexting como pornografia infantil, os responsáveis pela entidade as encaminham para a Polícia Federal e para o Ministério Público Federal.
Vício virtual
Em um dos sites de fotolog visitados pele reportagem na quarta, havia mais de 465 mil páginas pessoais. Até as 13h, mais de 8 mil fotos tinham sido postadas.

As regras de uma das comunidades não permitem postar fotos contendo, por exemplo: “lingerie, cueca, calcinha ou sutiã”; “zoom ou close-up em decotes ou em outras parte sexualmente apelativas do corpo”; entre outros.
Mas, apesar das restrições, a mesma comunidade tem fotos de garotas de 15 e 16 anos de biquíni em frente a espelhos ou cobrindo os seios apenas com as mãos. Algumas páginas pessoais têm música. Numa delas, era possível escutar uma com letras de cunho sexual enquanto a foto de uma garota de 17 anos, usando fio dental, tremia.
“O site faz esse alerta [de regras] apenas como forma de amanhã ou depois se isentar de qualquer responsabilidade. Se a pessoa foi contra a regra do jogo, eu não tenho culpa. Essa é sempre a alegação deles”, afirmou o promotor Tales de Oliveira, da Infância e Juventude.
Ainda pelos termos de uso dos álbuns de fotos, o dono da página pode permitir que o visitante escreva comentários em cada imagem que foi postada. Uma menina de 14 anos que mostra os seios espremidos por um sutiã foi chamada de “delícia” por um internauta.

Postar fotos de crianças nuas é crime
Segundo a delegada Catarina Buquê, da Delegacia de Crimes Eletrônicos do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), a postagem de fotos sensuais de adolescentes tem de ser investigada com cuidado. “Pode ser uma gama de crimes, como pode não ser também”, afirmou a delegada.
“Fotos nuas de adolescentes são material pornográfico, é crime. Mas fotos sensuais de adolescentes têm de ser analisadas caso a caso. Às vezes o adolescente trabalha como modelo e tem a autorização dos pais para publicar essas imagens na internet. Ou às vezes não. Pode ser que alguém tenha pego essas fotos provocantes e divulgado sem a autorização do jovem. Pode ser que uma menina tenha mandado a foto para um namorado ou um paquera e ele a distribuiu sem o consentimento da garota”, disse a delegada Catarina.


Do G1

domingo, 22 de novembro de 2009

Sexo entre adolescentes vira polêmica

Uma menina de quatorze anos teve a vida transformada depois que colegas de escola dela começaram a circular entre eles um vídeo de sexo envolvendo a garota e outros três adolescentes. A gravação com um celular foi entregue à polícia, em Varginha.





quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Vídeos com menores preocupam polícia


A afirmação é da delegada Nadir Cordeiro, da Delegacia de Polícia de Atos Infracionais (Depai), que, com toda experiência de polícia e de vida, ainda se chocou com um vídeo de sexo oral entre a estudante B.A.A.R., 12 anos, e o estudante F.S., 14 anos na quarta-feira. Os menores são alunos do Colégio Estadual Edmundo Rocha, no Conjunto Vera Cruz 2. O vídeo filmado pelo celular de outro estudante, M.M.O., 14 anos, circulou por todo o colégio, até que foi parar no celular da diretora, que levou os menores para a Depai.

Os adolescentes envolvidos confessaram que disseminaram o vídeo em comum acordo. Na delegacia, a garota contou que o colega F. a convidou “para ficar junto, atrás da escola”. Ela disse que, inicialmente, não levou a sério, mas nos dias seguintes, ele insistiu e a desafiou, dizendo que ela “ia bundar”.

B. conta que aceitou o desafio para provar que não ia “bundar”. O casal combinou com o colega M. para filmar pelo celular. M. disse que filmou “só o começo, ficou com medo e entregou o celular para F., que acabou de filmar os 43 segundos do vídeo”. Os menores, seus pais e a direção da escola serão ouvidos quando acabar a greve da Polícia Civil. Segundo a delegada, os adolescentes serão enquadrados por “estupro vulnerável” e, dependendo do entendimento do juiz da Infância e Juventude, os três poderão ser apenados com até três anos de internação socioeducativa.

A delegada Nadir Cordeiro disse que a Depai tem recebido, cada vez mais, casos semelhantes. “Já tivemos meninas novinhas que filmam, com o celular, partes íntimas do próprio corpo nu, e mandam para os celulares dos colegas por email, se oferecendo. Os pais precisam ter mais tempo para observar os filhos. Têm de ver o que eles andam filmando com os celulares, os sites que estão vendo na internet e os programas que assistem na televisão. Os pais precisam entender que eles são responsáveis pelos filhos”, desabafa.
Divulgação incentiva outros jovens

Nadir Cordeiro diz que a delegacia optou por não divulgar esses casos, para não incentivar. “Quando os adolescentes ficam sabendo de casos dessa natureza, querem imitar. Já prendemos menores infratores que confessaram que queriam apenas viver a emoção de ficar atrás das grades.” Quando acabar a greve da Polícia Civil, a Depai fará a estatística desses casos envolvendo filmagens, geralmente por celular.

A psicóloga clínica Jussara Miranda, 52, que presta serviços para a Depai, atribui a erotização precoce das crianças ao grande número de informações que elas têm acesso. “Elas começam a ser estimuladas cada vez mais cedo. Um exemplo são as músicas carregadas de erotismo nas letras e coreografias exageradamente sensuais. Com essa estimulação precoce, as crianças querem experimentar o sexo cada vez mais cedo.” Para Jussara, faltam limites e respeito. “Sem limites, as crianças não refream seus instintos.”

O educador e promotor de justiça aposentado Paulo Pergentino Mota, 75 anos, diz que esse comportamento dos adolescentes é resultado do excesso de permissividade. “Tudo isso é fruto da ausência de valores que começa na família. A estes jovens falta religião, faltam limites e regras. Quando criança não recebe formação em casa, a escola pouco pode fazer.”

Educador durante 54 anos, e proprietário de um tradicional colégio de Goiânia, Paulo Mota reclama da falta de respeito generalizada. “A adolescência é uma idade agressiva e está faltando autoridade por parte dos adultos.”

Em Curitiba
Um caso semelhante aconteceu em Curitiba: “Um vídeo de sexo entre alunos dentro do banheiro do Colégio Estadual do Paraná (CEP), a maior escola pública do Estado, foi parar na internet. Três estudantes, dois rapazes e uma garota de 13 anos, teriam deixado a sala, em horário de aula, para praticar sexo no banheiro. Um dos estudantes gravou toda a cena e colocou as imagens na internet. O vídeo já foi retirado da rede, mas circulou livremente pelos celulares dos alunos do colégio. O caso virou tema de discussão entre os alunos na comunidade do colégio em um site de relacionamentos.” (M.J.S./HN com adaptações)

www.narotadocrimejustica.com.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Garotas saem nos tapas por rapaz

foto: Ana Paula Mill - NA
17/9/2009 - Menina agredida por colegas na Serra
Menina agredida por colegas na Serra mostra o cabelo cortado a força por outras duas meninas
Uma briga por causa de um rapaz terminou com a agressão de uma estudante de 13 anos. Além de levar tapas e socos, a garota teve um pedaço do cabelo cortado. As acusadas da agressão são outras duas adolescentes de 12 e 14 anos.

Tudo aconteceu pouco antes das 13 horas desta quinta-feira (17), no bairro Nova Carapina I, na Serra. A menina de 12 anos foi levada para a Delegacia do Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle), acompanhada da mãe. Já a de 14 anos não foi localizada.

A mãe da vítima, uma artesã de 32 anos, disse que a filha tinha saído de casa para ir à escola. "Mas, como o sinal ainda não tinha batido, ela ficou na pracinha, perto do colégio. Foi nesse momento que uma garota de 12 anos chegou e chamou a minha filha. Ela disse que não queria ir, mas foi arrastada para a rua de trás. Começaram a bater nela e cortaram um pedaço do cabelo dela. Elas estavam com uma tesoura para rasgar o rosto da minha filha".

Segundo a artesã, a filha só escapou porque um rapaz entrou no meio da confusão e conseguiu tomar a tesoura das mãos das meninas agressoras.

Uma dona de casa de 37 anos, mãe da adolescente de 12 - envolvida na confusão - disse que chegou a ouvir a menina de 14 dizendo que 'ia pegar' a vítima.

"Ouvi a garota falando que ia pegar a garota que tinha ficado com o namorado dela. Mas não sabia que era essa menina. Quando eu cheguei, a confusão já tinha acabado. A gente pensa que os filhos estão na escola. E quando acaba, acontece uma coisa dessas", disse a dona de casa.

A mãe da vítima contou que as meninas eram amigas e chegaram a tomar sorvete juntas, no último domingo. "A garota de 14 anos chegou ao bairro três semanas atrás. Minha filha ficou com esse rapaz na quinta e na sexta feira passada. A de 14 anos também ficou com ele no sábado. E agora, essa amizade poderia até ter causado uma tragédia, por um motivo banal", desabafou a artesã.

A outra garota, de 14 anos, não foi encontrada. Familiares dela também não foram localizados.

Fonte: A Gazeta

sábado, 25 de julho de 2009

Cobrador de funerária é morto por quadrilha de adolescentes

O cobrador da Funerária São Francisco, localizada no Anil, Josivelber Nascimento dos Santos, 22 anos, foi morto, ontem, por volta do meio dia, com um tiro de revólver no peito esquerdo. O disparo foi efetuado por um adolescente de 16 anos, que fugia a pé pela Rua Estrada da Vitória, no Bairro Jordoa, e que resolveu tomar o veículo da vítima, após ter assaltado a auto-escola Byron na companhia de outros dois adolescentes (12 e 14 anos), e de um velho conhecido da polícia, o assaltante Deyvison Serra Jesus, o “Careca”, 18 anos. Minutos após a investida, a Polícia Militar do Maranhão e o Grupo Tático Aéreo (GTA) conseguiram apreender a quadrilha, e conduzi-la até a Delegacia de Roubos (DRF), da capital, na Rua da Palma – Centro.

Segundo a polícia, o bando invadiu a auto-escola, localizada na Avenida Contorno (Barreto), armados de dois revólveres calibre 38. Após anunciarem o assalto, eles recolheram dois cordões de ouro de funcionários e fugiram em disparada, dividindo-se em grupos diferentes. Ao sair do estabelecimento, o adolescente de 16 anos, que estava armado, avistou o funcionário da funerária pilotando uma motocicleta e, para agilizar a fuga, atirou no cobrador, que morreu no local.

De posse do veículo, o adolescente infrator seguiu em direção ao motel Pink Panther, ainda naquele bairro, e nas imediações foi surpreendido por uma das viaturas da PM, que logo iniciou perseguição. Com o susto, o assaltante não pensou duas vezes, e resolveu abrir fogo contra a guarnição.

Foto: JUNIOR FOICINHA

Deyvison e os adolescentes envolvidos no assalto à auto-escola e na morte de Josivelber (detalhe à dir.), que morreu no local ao ser atingido a bala. Um deles matou o motorista Edinaldo, em abril, na Africanos

O adolescente só foi capturado próximo ao Hemocentro do Maranhão (Hemomar), na Rua 5 de Janeiro, quando derrapou e caiu da moto, uma Honda de cor preta (NHN-9799).A condução do acusado foi feita até a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) da capital, Centro. Na especializada, o adolescente que matou o motoboy da funerária se juntou aos outros integrantes da quadrilha, também presos nas imediações do local do crime.

Matou motorista de ônibus – Entre os conduzidos estava uma adolescente de 16 anos, que se apresentou como namorada do acusado de matar o cobrador da funerária; e um dos adolescentes que confessou ter participado do assalto que resultou no assassinato do motorista de ônibus Edinaldo Lima Frazão, 42 anos, morto com um tiro na cabeça, no final da tarde do último dia 20 de abril, na Avenida dos Africanos.

Na DRF, além das vítimas, esteve presente a advogada do Sindicato das Empresas Funerárias do Estado do Maranhão, Jesus Reis, que reivindicou mais segurança à categoria, citando que no início da semana “um funcionário de outra funerária foi assaltado no necrotério do Hospital Municipal Clementino Moura, o Socorrão II”.

Na especializada, os integrantes da quadrilha prestaram depoimentos, e foram direcionados a outras unidades prisionais. Os quatro adolescentes foram encaminhados à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI), no Bairro Madre Deus. Deyvison Serra Jesus, o “Careca”, foi autuado em flagrante pelo crime de latrocínio (assalto seguido de morte), e direcionado ao Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: www.jornalpequeno.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Por onde anda Elisabeth Shue, de 'Karatê Kid' e 'De volta para o futuro II'?

foto: Divulgação
Elisabeth Shue
Elisabeth Shue


Elisabeth Shue era o sonho de consumo de quase todo garoto nos anos 80. No cinema, ela foi a namoradinha de Raplh Macchio em "Karatê Kid" (1984), de Tom Cruise em "Coquetel" (1988) e de Michael J. Fox em "De volta para o futuro II e III" (1989). Sua carreira começou na TV, ao estrelar, no fim dos anos 70 e início dos anos 80, comerciais para a rede de lanchonetes Burger King e para a maionese Hellman?s. Era conhecida como "Garota Burger King" quando conseguiu o papel de Ali Mills em "Karatê Kid".


Mas a transformação da menina símbolo sexual dos filmes adolescentes em atriz respeitada aconteceu em 1995, quando Elisabeth aceitou participar do projeto independente "Despedida em Las Vegas", de Mike Figgis. Graças à personagem da prostituta que se envolvia com um roteirista alcoólatra (Nicolas Cage), dla foi indicada ao Oscar. Não recebeu a estatueta, mas começou a ser vista com outros olhos por Hollywood. Desde então, atuou em "O Santo" (1997), com Val Kilmer, "Desconstruindo Harry" (1997), de Wood Allen, e "O homem sem sombra" (2000), com Kevin Bacon.

Assista o comercial de Elisabeth Shue como Garota Burguer King

foto: Divulgação
Elisabeth Shue
Elisabeth Shue em De Volta para o Futuro
Há dois anos, Elisabeth participou de um projeto familiar ao lado do marido, o diretor Davis Guggenheim, e do irmão, Andrew Shue (um dos galãs da série "Melrose Place"). O filme "Gracie"(2007) conta a história de uma menina que jogava futebol no colégio, em uma época que os homens dominavam o esporte. A personagem vê sua vida virar de pernas para o ar quando um dos irmãos morre em um acidente.

Na vida real, Elisabeth e Andrew também perderam um irmão, William, morto aos 26 anos em um acidente na piscina, durante as férias da família. A atriz chegou a dar o nome do irmão ao seu segundo filho. Com 45 anos, Elisabeth completa em 2009 15 anos de casada com Davis. Eles têm tem três filhos.


Elisabeth Shue em um de seus primeiros trabalhos como atriz: em 'Karatê Kid', com Ralph Macchio

Reprodução / Reprodução

FonteEgo

domingo, 15 de março de 2009

Adolescente X professor: quando a vida imita a arte


Na novela das oito, da Rede Globo, Zeca, um adolescente mimado pelos pais, atrapalha a aula e, ao ser repreendido pelo professor, lança o estojo de lápis em direção ao educador. Os pais acham que ele está certo e ainda reclamam que o filho é perseguido na escola. Ficção? Não necessariamente. A cena de novela, longe de ser um exagero, é uma realidade em muitas salas de aula. 

Mariana - nome fictício - viu na TV a situação que ela viveu: "Vi um aluno namorando uma colega na sala. Chamei a atenção, e ele arremessou um estojo na minha direção", conta. Como ela, outros professores concordam em contar suas histórias. Todos preferem se proteger no anonimato, e a maioria conta ter ouvido pelo menos uma vez dos alunos a frase: "Eu pago seu salário". Sinal de que as diferenças sociais entre educadores e estudantes da rede particular se tornaram o estopim para o desrespeito. 

"Infelizmente, acaba-se criando uma mentalidade em que o professor é desvalorizado e, muitas vezes, visto como um serviçal. Acabam ocorrendo casos como aqueles que a gente está presenciando pela TV, na novela Caminho das Índias. Posso atestar isso por experiência. O que a Glória Perez está escrevendo não é fruto da imaginação", comenta João Luís de Almeida Machado, mestre em Educação e editor do Portal Planeta Educação. 

Iniciativas agressivas parecem atingir a minoria dos alunos, mas essas ações isoladas e cada vez mais frequentes têm sido o suficiente para tirar o sono de muitos professores. Em alguns casos, a violência vem acompanhada de um agravante: a conivência dos pais. 

João Luís não tem dúvidas: o comportamento é reflexo da sociedade. "Nós passamos por um processo de liberalização dos costumes, principalmente, depois da abertura política que o país viveu nos anos 80, e parece que os pais relaxaram um pouco além da conta. As famílias abriram muitas brechas, muitas oportunidades para que seus filhos vivessem com ampla e total liberdade", avalia. 

Fórum: E você, professor: o que gostaria de dizer para seus alunos?
 

O estudioso acredita que cabe ao estabelecimento de ensino combater essa realidade. "A escola tem que ir um pouco na contramão da sociedade: não existe jeitinho, tem que ser firme. Até porque é o espaço onde estamos colaborando com a formação das futuras gerações, e se espera que a escola dê parâmetros, dê caminhos. Se ela for muito branda e abrir muitas brechas o que vai acontecer é que esses casos e circunstâncias infelizes vão se repetir."

Futebol une professores e alunos 
Nada melhor para aliviar as tensões em sala de aula do que uma reunião em torno da paixão nacional. Por isso, uma vez por semana, alunos e professores do Colégio Salesiano se enfrentam no campo de futebol. "É uma relação mais próxima. O aluno se sente à vontade ao jogar bola com os professores. Mas temos que tomar cuidado, porque se os professores perdem os alunos ficam com gozação a semana inteira", brinca o professor de História e Filosofia Marcelo Vilela. Mas, segundo ele, em campo também há regras. É proibido falar palavrão, por exemplo. Ulisses de Santiago Carvalho, professor de Inglês, é outro que defende o momento de confraternização. "O relacionamento com os alunos muda muito depois do contato em campo. É saudável. Além disso, o futebol é como a vida: tem regras e objetivos definidos", diz.

Para muitos, o aluno tem sempre razão 
Entre uma lição e outra, muitos professores aprenderam do jeito mais difícil que com estudante não se discute. "Na escola particular o aluno está sempre certo. É um cliente", comenta um professor que atua nas redes particular e estadual de ensino. 

Outra educadora fala que dificilmente um estudante é expulso da escola por mau comportamento, mas com o professor é diferente. "Algumas escolas fazem enquetes entre grupos de alunos sobre os professores. Em algumas, isso causa até demissões", afirma. 

O diretor F. admite que é difícil aplicar a penalidade máxima, independente da infração. "Toda escola tem um manual de convivência, com punições previstas. Agora, chegar ao extremo de expulsar o aluno é mais difícil. Até porque a escola tem que respeitar as regras do Conselho Tutelar, do Estatuto da Criança e do Adolescente. Conheço um caso de um menino que foi expulso da escola, a família entrou na Justiça, e o colégio foi obrigado a aceitá-lo de volta. Mas ele já estava em outra escola e bem adaptado. Chegou a passar no vestibular", diz. 

Mas para o Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe) não há motivos para preocupação. "É natural que a escola exija o comportamento (do aluno) conforme seu estatuto. Dentro de uma sociedade, conflitos vão existir, sem dúvida nenhuma. Aí também entra a habilidade do professor para fazer as devidas correções de maneira educativa. A escola tem que fazer o trato de maneira responsável. Corrigir, orientar e, se necessário, promover penalizações conforme seu regimento", comenta o presidente do sindicato, Antônio Eugênio Cunha.

O que eles diriam aos pais 
A revista Seleções ouviu 672 professores em uma pesquisa online, em janeiro deste ano. Confira abaixo o que alguns educadores diriam às famílias de seus alunos

71% "Ajudar seu filho com a lição de casa não significa deixá-lo copiar tudo da internet"

51% "Quando eu era criança, se eu fosse mal nos estudos, meus pais culpavam a mim ? não aos professores. O seu filho também é responsável por suas notas nas provas e desempenho em sala de aula"

50% "Não acredito que você converse com seu filho. Apenas 15 minutos por dia de conversa fariam toda a diferença"

43% "Você faz trabalhos de casa maravilhosos, mas é ao seu filho que eu estou tentando ensinar a matéria"

33% "Crianças precisam se distrair depois do colégio. Tudo bem se ele quiser assistir um pouco à TV ou jogar videogame"

32% "Você não está sendo realista quanto às verdadeiras habilidades de seu filho"

30% "Por que eu deveria abrir mão do meu tempo livre para uma reunião de pais quando você mesmo não tem interesse em participar?"

16% "Seu filho é tão bagunceiro! Você não deveria esperar que eu conseguisse educá-lo" 

15% "Por favor, certifique-se de que seu filho toma banho antes de ir à escola"

Outras observações importantes: 

"Trate seu filho como gente, não como uma máquina que precisa ser alimentada com presentes"

"O professor é fundamental na formação intelectual, mas são os pais que têm o dever de educar"

"Participe mais e faça seu filho ser mais responsável. Isso também é uma demonstração de amor"

Tensão na aula 

"Já aconteceu de um aluno levantar da cadeira na hora errada, eu chamar a atenção, e ele reagir de forma violenta. Ele chutou a cadeira, jogou coisas para o alto, colocou o dedo no meu rosto e ameaçou me processar. Ele nem levou a suspensão que merecia. O problema é que a família não acompanha o aluno e quer cobrar. Esse senso de paternalismo afeta o desenvolvimento do aluno e o trabalho do professor"

"Os problemas são bem pontuais e variam de escola para escola. Geralmente, a agressividade é presente em um perfil de aluno que não tem identidade com o colégio, que sempre muda de instituição, que tem uma família desestruturada e pais que trabalham muito"

"Penso que a tendência nos próximos anos, infelizmente, é a piora. Os alunos perderam o senso ético. Pai e mãe estão cada dia mais ausentes e pensam que apoiar incondicionalmente os filhos é uma forma de dar carinho. Também tem aquela coisa do ?estou pagando?"

"Dificilmente um professor com pelo menos três anos de profissão nunca ouviu uma resposta atravessada. Se batemos de frente com o aluno, ele leva para casa uma versão distorcida. E, hoje, tudo é motivo para o pai processar a escola. O ideal é, em uma aula de 50 minutos, dizer ?bom dia?, ?boa tarde?, passar o conteúdoe ir embora. Falar qualquer coisa a mais que isso é complicado"

"Houve uma banalização do respeito ao professor. O ?ter? se tornou mais importante do que o ?ser?. Já tive colegas que ouviram o aluno dizer: ?meu pai está pagando, por isso não preciso fazer a tarefa?. Além disso, o pai que não está presente na escola delega muita responsabilidade ao professor. Quando é chamado à instituição, por algum motivo, acha que o papel de passar valores também é da escola"

"Acontecem coisas do tipo: o aluno joga o MP3 no chão, quebra e depois fala que foi o professor"

Professores de ensino fundamental e médio da rede particular de ensino, que preferiram não ser identificados

Fonte:  A Gazeta, 15/03/2009 (Carla Nascimento) 


domingo, 15 de fevereiro de 2009

Paternidade aos 13 anos posta a prova. Outros adolescentes disseram ter tido relações com a namorada do garoto.

‘Farei o exame de DNA para calar a boca das pessoas’, diz menino que virou pai
Dois adolescentes disseram ter tido relações com a namorada do garoto.
Pais da menina afirmaram que ela perdeu a virgindade com Alfi
e.



Após dois rapazes dizerem abertamente que tiveram relações sexuais com Chantelle Steadman, de 15 anos, Alfie Patten garantiu que é o pai de Maisie Roxanne, que nasceu na última segunda-feira (9). E o garoto ainda disse que fará exame de DNA mesmo sem saber ao certo o que isto significa para "calar a boca" dos outros jovens.

Alfie ganhou destaque na mídia inglesa e internacional ao ter virado pai aos 13 anos. Com corpo e voz de menino, ele aparece com destaque em reportagem publicada pelo jornal inglês ‘The Sun’ na sexta-feira (13).

No fim de semana, o site do “News of the World” publicou dois relatos de jovens britânicos, também menores de 18 anos, dizendo que haviam tido relações com Chantelle. “Todos meus amigos disseram que a menina tem os meus olhos”, afirmou Richard Goodsell, de 16 anos, que disse ter transado com a jovem por três meses. “Não usamos camisinhas e depois descobri que ela estava saindo com mais rapazes. Para ser sincero, qualquer um pode ser o pai.” Já Tyler Barker, de 14 anos, garantiu que dormiu com Chantelle na cama dela. “Eu espero que não seja eu o pai”, falou.

Un adolescent britannique de 13 ans vient de devenir l'un des plus jeunes pères qu'ait connu le Royaume-Uni, a révélé vendredi le quotidien The Sun.

Alfie, pai aos 13 anos, mas com cara de 7


Os pais de Chantelle garantiram que a filha perdeu a virgindade com Alfie e que ambos só tiveram uma relação sexual.

Falando em sua casa em Hailsham, East Sussex, Alfie chamou os rapazes que reclamam da paternidade de “estúpidos” e disse não ter receio do exame de DNA, apesar de, primeiramente, perguntar para a mãe o que era este exame.

“Os outros meninos estão mentindo, dizendo coisas ruins, como que eles dormiram com a Chantelle também”, afirmou ele para a “The People”. “Mas eu sou o único namorado que ela teve e estamos juntos há dois anos. Então, eu devo ser o pai. Quando ela descobrir que estava esperando um bebê, eu perguntei a ela: ‘Eu sou o pai?’ E ela disse: ‘Sim’. Eu acredito nela”, afirmou.

“Eu não sabia sobre os testes de DNA antes, mas minha mãe explicou que eles colocam um cotonete na sua boca e daí dizem que você é o pai ou não”, disse. “Então, se eu tiver feito, eles poderão calar a boca. Mas eu realmente não ligo para o que as pessoas dizem, mas não gosto das coisas ruins que estão falando da Chantelle.”

Un adolescent britannique de 13 ans vient de devenir l'un des plus jeunes pères qu'ait connu le Royaume-Uni, a révélé vendredi le quotidien The Sun.

Outros rapazes reivindicam a paternidade. Alfie confia em Chantelle

A “The People” ainda fez outras perguntas para Alfie, que disse ainda não gostar de matemática e que ele levou uma bronca da mãe enquanto brincava com o cão bulldog.

Você ama Chantelle?

“Sei lá”

Você enviou a ela um cartão de Dia dos Namorados?

“Não”

Você sabia como eram feitos os bebês antes de ter relação sexual com Chantelle?

“Claro”

O que você pretende ser quanto crescer:

“Ir para o Exército, mas minha mãe disse que não vai deixar eu ir”

Fonte: G1