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terça-feira, 8 de maio de 2012

Compulsão sexual: inibição a busca tratamento


Os homens são maiores vítimas do mal, que acomete o galã David Duchovny

Imagine que você é um cara boa pinta e faz sucesso no mundo todo ao interpretar um personagem fanático por sexo. Com as mulheres caindo aos seus pés, as noites de farra repetem-se na rotina. Difícil ver um problema aí? Pois o ator David Duchovny, que é protagonista do seriado Californication e ficou famoso no elenco de Arquivo X, acaba de mostrar ao mundo que a festa pode não ser assim tão agradável: ele assumiu ser vítima de compulsão sexual.

Casado há dez anos e com dois filhos, David Duchovny buscou uma clínica para viciados em sexo para se internar (uma atitude que parece bem distante do comportamento adotado por seu personagem atual, um garanhão convicto). Para ser considerado um transtorno mental, o sexólatra precisa apresentar sintomas como o sofrimento mental, além de identificar perdas financeiras e nas relações familiares, ambas relacionadas ao vício , afirma a psicóloga Elenice Castelli, especialista em saúde sexual da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.
Na prática, os especialistas identificam que há um problema que demanda tratamento quando o paciente transforma o sexo como recompensa para suas atividades do dia-a-dia. Ele permanece insaciável e precisa do prazer sexual impulsivamente, sem se preocupar com as conseqüências éticas, morais e legais do seu desejo , afirma a psicóloga. O mal encaixa-se na lista dos Transtornos Obsessivos Compulsivos, segundo o entendimento mais recente dos pesquisadores.




E não pense que só os adultos são as vítimas. Segundo a especialista, a partir dos três anos de idade, já é possível encontrar casos de compulsão. Isso acontece nas crianças que se masturbam demais, causando constrangimento aos pais. Nos casos infantis, entretanto, o diagnóstico é mais complicado, afinal a criança ainda não tem noção das atitudes que podem ou não ser realizadas publicamente. Ao sinal de qualquer desconfiança, a melhor saída é procurar aconselhamento psicológico com um profissional voltado ao trabalho com crianças.

Entre os adultos, por sua vez, os homens destacam-se como as maiores vítimas da compulsão por sexo. Pesquisas feitas com base em tomografias computadorizadas do cérebro masculino e feminino indicam que a atividade sexual entre os homens é mais intensa, portanto a incidência de distúrbios nessa área tende a ser maior entre eles do que entre as mulheres , afirma a psicóloga.

Mas a virilidade masculina costuma mascarar o problema, constrangendo muitos homens que até desejariam se livrar do problema. Quando o sexo começa a trazer prejuízos para sua qualidade de vida, é sinal de que algo anda mal. Vale ressaltar também que o paciente compulsivo costuma dar várias explicações para seu comportamento assanhado, principalmente numa cultura, como a nossa, que glorifica a performance sexual do homem .

O tratamento combina a prescrição de medicamentos (geralmente, para diminuir a ansiedade) e terapia, necessitando do acompanhamento conjunto de psiquiatra e psicólogo. E adiar a busca de ajuda só tende a piorar a situação: de acordo com Elenice Castelli, existe uma correlação alta entre comportamento sexual compulsivo e parafilias, ou seja, fantasias sexualmente excitantes, com desejos fortes ou ainda comportamento sexual patológico, envolvendo crianças (pedofilia), animais (zoofilia) cadáveres (necrofilia) e fezes (coprofilia).Em geral os transtornos obsessivos compulsivos alcançam a cura com o tratamento adequado

Fonte: http://msn.minhavida.com.br


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cabelos. Mitos e verdades sobre tratamento

Mitos e verdades sobre como cuidar dos cabelos

Chapinha danifica os fios? Lavar o cabelo todos dias provoca queda? Essas são apenas algumas dúvidas que surgem para quem se preocupa com as madeixas. A professora do curso de Medicina da UVV, Juliana Rocha, pós-graduada em Dermatologia, desvenda os mitos e as verdades sobre o assunto.

Lavar o cabelo todos os dias não traz prejuízos ao fio.

Verdade. Não há nenhum prejuízo desde que deixe secar o cabelo e não durma ou o prenda molhado.

O cabelo cresce mais rápido no verão.  

Verdade. O cabelo e unhas tem maior crescimento no verão por estímulos hormonais estimulados pela luz solar.

Cortar o cabelo ajuda os fios a crescerem.

Mito. Os cabelos crescem, em média, 1 cm por mês e cortá-los não influenciará no crescimento. Mesmo porque esse inicia-se pele raiz. 

Usar chapinha e secador com frequência danifica os fios.

Mito. Desde que se use produtos adequados para manutenção e hidratação dos fios e use a chapinha com os cabelos secos.

Alisamentos fazem o cabelo cair.

Mito. Os alisamentos fazem romper o fio do cabelo ao longo do comprimento, mas não interfere na raiz.

A lua influencia no corte de cabelo.

Mito. As influências para o crescimento capilar se referem à nutrição, estímulo hormonal e fatores individuais.

Condicionador deve ser aplicado apenas nas pontas dos cabelos, nunca na raiz.

Verdade. O condicionador é para facilitar o desembaraçamento dos fios e devem ser usados apenas nas pontas, já que seu excesso na raiz pode favorecer a caspa.

Usar boné contribui para a queda dos fios.

Mito. Mas contribui para o surgimento da caspa.

Anestesia depois do parto provoca queda do cabelo.

Mito. Na verdade, o pós-parto pode favorecer uma queda mais pronunciada de cabelo por uma queda brusca nos níveis hormonais.

Dormir com os fios molhados prejudica do cabelo.

Verdade. Pode favorecer, nas pessoas predisponentes, caspa. 


Fonte: A Gazeta 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pênis. Existe tratamento eficaz para aumentar seu tamanho?


É possível aumentar tamanho do pênis?
Por se tratar de um órgão essencialmente vascular, não existe nenhum tratamento eficaz para aumentar o pênis


Atualmente, com a internet e a grande disponibilidade de informações disponíveis para o público leigo, surgiu um novo filão para o charlatanismo. Os tratamentos mirabolantes vão desde medicamentos ''mágicos'' para a impotência sexual até métodos ''revolucionários'' de alongamento peniano. Nada disso tem fundamento científico.

O pênis é um órgão essencialmente vascular, ou seja, composto na sua maior parte de estruturas semelhantes aos vasos sanguíneos, os corpos cavernosos. Estes são os responsáveis pela ereção, se enchendo de sangue como uma esponja, na presença de estímulo sexual adequado. Portanto, o pênis não é um músculo que pode ser ''exercitado'' e ter seu tamanho aumentado, assim como fazemos com nossos bíceps na academia.

Do mesmo modo, existem aparelhos disponíveis que prometem um aumento peniano às custas de constante tração no pênis, acreditando que esticar este órgão constantemente provocará seu crescimento. Pura enganação.

Atualmente as cirurgias para aumento peniano são exclusivamente experimentais, podendo ser realizadas somente em instituições credenciadas para pesquisas em seres humanos e de acordo com rígidas diretrizes da bioética. Não estão disponíveis, ainda, para a população em geral.

É preciso que a população masculina entenda que o tamanho do pênis não tem relação nenhuma com o prazer feminino. A vagina da mulher tem, em média, de 7 cm a 8 cm, sendo a região de maior estímulo sexual a sua porção mais externa.

O pênis do brasileiro tem, em média, 14 cm a 16 cm em ereção. Portanto, a imensa maioria dos homens tem plena capacidade de ter relações sexuais satifastórias para ambos os sexos com seu pênis ''original de fábrica'', sem precisar recorrer a quaisquer artifícios duvidosos.

Juliano Plastina, urologista

Veja a tabela de cores do lado esquerdo: ela diz, em centímetros, qual é a média de cada país

fonte: bonde.com.br


A preocupação com o tamanho do pênis é comum entre os homens. Essa ansiedade pode ocorrer na infância, na adolescência ou na fase adulta. Meninos freqüentemente comparam o tamanho de seus pênis com os dos outros. Piadas e brincadeiras surgem dessas comparações. Entretanto a situação muda quando há início da atividade sexual. 
Muitos homens, embora com pênis de tamanho normal, o acham pequeno por várias razões: 
 
O pênis dos outros é maior.
Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.
Pacientes obesos reclamam ter pênis curto.
Essa situação é devida ao embutimento do pênis em meio à gordura sobre o púbis o que dá a impressão de um órgão pequeno.
Estatura alta e pênis não proporcional.
Embora haja certa relação da estatura do paciente com o tamanho do seu pênis, existe uma ampla variação de comprimento encontrada. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa.
Flacidez peniana e ereção.
Os pacientes geralmente se preocupam com o tamanho do pênis em flacidez que é geralmente o momento de comparação com o de outros homens. Muitos não sabem o comprimento em ereção ou qual foi o crescimento adicional. O que muitos se esquecem é que o tamanho deve ser acompanhado de uma ereção efetiva que garanta uma penetração vaginal.
O que é um pênis normal?
Deixando de lado os aspectos anatômicos de normalidade, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo (não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um comprimento médio de 3,75 cm.
O que é um pênis anormal?
Não há uma definição universalmente aceita. Um pênis flácido menor que 4cm ou um ereto com menos de 7,5 cm devem ser considerados pequenos. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.
Quais as causas de pênis pequeno?
Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis bem como de toda a genitália masculina. Dentro destes casos encontra-se desde o micro-pênis até a genitália ambígua. O pênis pode ficar pequeno em conseqüência de traumatismos, queimaduras ou doenças adquiridas (doença de Peyronie). Geralmente essas causas são raras. O mais freqüente é que o paciente não esteja satisfeito com o tamanho do seu pênis mesmo que o médico nada encontre de anormal.
Tratamento
O paciente deve ser examinado detalhadamente, incluindo volume e presença dos testículos, presença e localização de pêlos pubianos e outros caracteres sexuais secundários. Se o pênis for considerado de tamanho normal pelo médico, o paciente necessitará de uma avaliação por um sexólogo, psicólogo ou psiquiatra a fim de pesquisar a verdadeira razão de sua queixa. Se o pênis for considerado pequeno e forem detectadas alterações hormonais, uma reposição com testosterona está indicada.
Tratamentos não cirúrgicos como aparelhos à vácuo, aparelhos de tração mecânica, aparelhos de estimulação eletromagnética, pesos, não dão resposta satisfatória permanente. O tratamento cirúrgico envolve secção dos ligamentos suspensores do pênis, injeção de gordura no corpo do pênis (aumento do diâmetro) ou uso de retalhos cutâneos das coxas ou nádegas. Esses tratamentos não são isentos de complicações e algumas delas podem ser graves, tais como necrose dos retalhos, reabsorção de gordura, insatisfação do paciente. Além disso, os resultados desses tratamentos são pouco conhecidos na literatura médica.
Conclusão
Infelizmente, muitos profissionais pouco éticos se aproveitam da ansiedade e dúvidas dos pacientes, indicando, sem nenhum critério, tratamentos que mais visam onerar o paciente do que realmente uma orientação científica. Os pacientes com dúvidas sobre o tamanho do seu pênis devem procurar profissional qualificado, o qual avaliará a situação, podendo ser necessária uma opinião multidisciplinar com sexólogo ou psiquiatra.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
Como posso saber se meu pênis é normal?
Existem maneiras seguras de aumentar o meu pênis se eu não estiver satisfeito com o tamanho? 
[abcdasaude.com.br]

sábado, 4 de setembro de 2010

Cabelos brilhantes em 5 dicas fáceis de aplicar

Cabelo brilhante é mais frequentemente associada com a idéia de um cabelo saudável. As estrelas de cinema, modelos e um monte de outras celebridades investir muito dinheiro em sua imagem, e principalmente em seus cabelos. Não pense que todos os rostos do público que vemos na televisão nasceu com bloqueios incríveis. Você pode ter um olhar fascinante, muito fácil e barato se usar produtos naturais que você pode encontrar em qualquer momento.

Aqui estão algumas dicas que ajudarão você  a ter cabelos brilhantes e com aparência saudável:
Experimente uma máscara de cabelo feito de ovos e azeite. Esta é uma velha, mas eficiente receita para todos os tipos de cabelo. Se você tiver um cabelo curto  você deverá usar dois ovos, se seu cabelo for longo use três ovos. Aqui está como você preparar a máscara: misturar os ovos com duas colheres de sopa de azeite (ou apenas uma colher de azeite, se você tem um tipo de cabelo oleoso). Então você aplica esta mistura em seu cabelo, começando com as raízes e até o final do cabelo. Você deve deixar essa máscara no cabelo por cerca de 30 minutos. Em seguida, lave o cabelo com o xampu regular e seque delicadamente.

A simples máscara abacate. Abacate é uma fruta excelente para nutrir o cabelo para que você possa usá-lo por seus próprios para o tratamento de seu cabelo. Amasse um abacate (ou dois, se você tem um cabelo comprido) em qualquer prato que você tem em torno da cozinha e fazer isso até obter uma pasta grossa. Aplique da raiz às pontas e esperar por 20-30 minutos. Depois de acabar com isso você pode lavar o cabelo como faz normalmente a cada vez.

O óleo de coco. Esta solução é ideal para mulheres que têm um tipo de cabelo seco ou ter um cabelo danificado severamente. Se você tem um tipo de cabelo oleoso você não deve usar óleo de coco, uma vez que só irá fazer o seu cabelo ainda mais oleoso. Então, primeiro você deve preparar uma quente / toalha quente (dependendo de como você pode agüentar o calor), como você vai quebrar o cabelo com ele depois de aplicar a máscara. Em seguida, aqueça três ou quatro colheres de óleo de coco e se preparar para aplicá-lo em seu cabelo. O óleo de coco pode ser aplicada muito mais fácil se estiver usando um pente. Então, aplique um pouco de óleo de coco nas raízes e, em seguida, delicadamente penteie o cabelo para que você espalhar o óleo até a ponta dos cabelos. Após terminar este, enrole o cabelo na toalha quente e espere 30 minutos para passar. Depois você deve lavar seu cabelo com xampu e enxágüe muito bem.

O vinagre de maçã. Esta é uma excelente solução para as mulheres que têm cabelos oleosos. Depois de lavar o cabelo com o xampu regular e enxaguar com água, você deve lavar o cabelo novamente com uma solução feita de meia xícara de vinagre de cidra de maçã e um litro de água. Depois de secar o cabelo, você irá notar que ele parece mais brilhante e parece mais suave do que antes.

Bom limão velho. limão é um grande aliado para cabelos loiros. Depois de lavar o cabelo com xampu e enxágüe com água morna como faz normalmente, lave-o mais uma vez com uma solução feita de um limão de suco e um copo de água. Seu cabelo ficará mais brilhante um lote e também vai ficar loira depois de repetir este procedimento nos próximos dias.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O que é Lupus? Há tratamento?

O que é Lupus?

Lúpus (lúpus eritematoso sistêmico, ou LES) é uma doença auto-imune de longa duração, no qual o sistema imunológico ataca os tecidos do corpo normal como se fossem substâncias estranhas, causando inflamação e dano tecidual todo o corpo. Os sintomas incluem fadiga, febre, erupções cutâneas e dores articulares e musculares.

Inflamação causada pelo lúpus pode afetar a pele, as articulações, órgãos e sistemas mais outras partes do corpo, incluindo os rins, coração, pulmões e sistema nervoso. Isso faz com que uma variedade de sintomas, dependendo do órgão que os sistemas são afetados e como eles são afetados severamente.

Algumas pessoas podem ter episódios graves, outros têm uma forma mais branda da doença. Os sintomas do lúpus podem ir e vir em episódios chamados flares. Não há cura para o lúpus. Início do tratamento e, se necessário, medicamentos para controlar a inflamação são os principais tratamentos.

O tipo mais comum e grave de lúpus é lúpus eritematoso sistêmico (LES), os quatro outros tipos são discóides / cutânea, cutâneo subagudo, induzida por drogas sistêmica e lupus neonatal. O lúpus é mais comum em mulheres que em homens.

Prevenção

Não há atualmente nenhuma maneira de impedir o lúpus (lúpus eritematoso sistêmico, ou LES).

Tratamento

Resumo de tratamento:
Suas escolhas de tratamento para o lúpus (lúpus eritematoso sistêmico, ou LES) depende de como severo seus sintomas são, se seus órgãos são afetados, e quanto seus sintomas estão afetando sua vida diária. Seus planos de tratamento deve ser adaptado às suas necessidades individuais e vai mudar ao longo do tempo, como a doença de chamas ou refluxos. Não há atualmente nenhuma cura para o lúpus.

Você pode ser capaz de controlar seus sintomas com o auto-cuidado e medicação. O autocuidado inclui a aprendizagem tanto quanto possível sobre o lúpus, mantendo uma boa comunicação com o seu profissional de saúde, e desenvolver um estilo de vida saudável. Medicamentos que podem ser utilizados para tratar o lúpus incluem não-esteróides anti-inflamatórias (NSAIDs), corticosteróides, antimaláricos, imunossupressores e terapia biológica.

O tratamento inicial:
O objetivo do tratamento para o lúpus é suave para evitar explosões, quando sintoma, fadiga, dores articulares, erupções cutâneas e piorar. Manter um calendário de exames regulares com o seu profissional de saúde, em vez de esperar até que alargamentos sua doença. Quando ocorrem crises, o objetivo é tratá-los rapidamente para limitar danos a órgãos do corpo.

O tratamento para o lúpus leve inclui:
Evitar o sol. Se você tem de estar no sol, cubra os braços e as pernas, usar um chapéu, e aplicar protetor solar de amplo espectro (abrangendo tanto os raios UVA e UVB) com um elevado factor de protecção solar (FPS 40 ou superior) para proteger sua pele.
Aplicar o creme de corticóide para erupções.

Tomar antiinflamatórios não-esteroidais (NSAIDs) e muito descanso para dores nas articulações e febre ligeira.

Tomar medicamentos antimaláricos para tratar a dor, a fadiga comum, erupções na pele e inflamação pulmonar.

Tomando corticosteróides em baixa dose, se NSAIDs não são eficazes no controle de seus sintomas.

Para casos mais graves de lúpus, o tratamento pode incluir:
corticosteróides aumento da dose, ou em comprimidos ou por injeção.
Medicamentos que suprimem o sistema imunitário (imunossupressores).

Bom auto-cuidado é essencial para a gestão do lúpus. Um estilo de vida saudável pode reduzir a frequência ea gravidade das crises, resultando em uma melhor qualidade de vida. O autocuidado inclui:

  • O exercício físico regular.
  • Educação sobre o lúpus e auto-cuidado.
  • Não fumar.
  • Comer uma dieta saudável e equilibrada.
  • Desenvolver um sistema de apoio da família, amigos e profissionais de saúde.

Tratamento para a erupção cutânea que muitas pessoas com lúpus podem desenvolver incluem proteção solar e evitar sol, bem como medicamentos, incluindo anti-maláricos, cremes e comprimidos de corticosteróides, imunossupressores e biológicos. Alguns tratamentos funcionam para algumas pessoas, mas não para os outros, e alguns tratamentos têm efeitos colaterais a longo prazo. É necessária mais investigação para determinar qual destes tratamentos é a mais segura e mais eficaz.

Em curso de tratamento
A progressão do lúpus varia de acordo com o indivíduo. Surtos e remissões pode ocorrer de forma abrupta, inesperada e sem motivo claro. O objetivo principal do tratamento em curso do lúpus é a prevenção ou gestão de danos aos órgãos do corpo, incluindo as artérias, rins, ossos e cérebro.


Para controlar sintomas leves, mas continua do lúpus, o tratamento inclui:
Evitar o sol. Se você tem de estar no sol, cubra os braços e as pernas, usar um chapéu, e aplicar protetor solar de amplo espectro (abrangendo tanto os raios UVA e UVB) com um elevado factor de protecção solar (FPS 40 ou superior) para proteger sua pele.
Aplicar o creme de corticóide para erupções.
Tomar antiinflamatórios não-esteroidais (NSAIDs) e muito descanso para dores nas articulações e febre ligeira.
Tomar medicamentos antimaláricos para tratar a dor, a fadiga comum, erupções na pele e inflamação pulmonar.
Tomando corticosteróides em baixa dose, se NSAIDs não são eficazes no controle de seus sintomas.Se os sintomas do lúpus são mais graves e danos aos órgãos está ameaçada, o tratamento pode incluir:

Corticóides em dose mais alta, de complicações graves que necessitam de tratamento a longo prazo.
Medicação que suprime o sistema imunitário (imunossupressores).


Fonte: WebMD

domingo, 8 de agosto de 2010

Homens com câncer de próstata de baixo risco passam por tratamentos agressivos sem necessidade

Mais de 40% dos que estavam abaixo do padrão para biópsia tiveram a próstata removida, mostra pesquisa

Muitos homens com câncer de próstata de baixo risco passam por tratamentos agressivos, aumentando o risco de efeitos colaterais graves, segundo pesquisadores americanos.

Os cientistas disseram que mais de 40% dos homens que estavam abaixo do padrão atual para fazer uma biópsia tiveram a próstata removida por meio de cirurgia, e um terço fazia radioterapia.

Eles argumentam que esforços para reduzir o limite do que é considerado anormal em testes de câncer de próstata aumentariam significativamente o número de homens com tumores que nunca iriam prejudicá-los e são tratados além do necessário.

"O enorme avanço na sobrevida tem sido atribuído à detecção precoce e ao tratamento", segundo escreveram Yu-Hsuan Shao, do Instituto de Câncer de Nova Jersey, e colegas na revista Archives of Internal Medicine.

"No entanto, tem havido preocupações sobre um potencial diagnóstico exacerbado de câncer de próstata localizado."

Um estudo americano publicado no ano passado constatou que exames de próstata de rotina resultaram em mais de 1 milhão de homens diagnosticados com tumores que poderiam não sofrer efeitos adversos por causa disso.

O teste de câncer da próstata é mais frequentemente feito com exame de sangue que mede as concentrações sanguíneas de antígeno prostático específico ou PSA, uma proteína produzida na próstata que se torna elevada em homens com câncer.

Geralmente, uma leitura de 4 nanogramas por mililitro é considerada normal. Mas em um grande estudo, o câncer de próstata foi diagnosticada em 15,2% dos homens com nível de PSA igual ou inferior a 4 nanogramas por mililitro, ou cerca de 2,4% do total.

Shao e seus colegas estudaram as práticas de tratamento entre 124 mil homens no grupo de baixo risco que foram diagnosticados com câncer de próstata entre 2004 e 2006.


Nos homens com valores de PSA de 4 nanogramas por mililitro ou menores - o limite atual para obter uma biópsia -, 44% tiveram a próstata removida e 33% recebiam tratamento de radiação.

"Apesar do menor risco de uma doença clinicamente significativa, as taxas de tratamento para homens com valores de PSA de 4 nanogramas por mililitro ou menores foram comparáveis aos dos homens que apresentam valores de PSA entre 4 e 20 nanogramas por mililitro", escreveram Shao e os colegas.

Eles estimam que a redução do limiar de tratamento de 4 para 2,5 nanogramas por mililitro dobraria o número de homens considerados com níveis anormais de PSA, o que chegaria 6 milhões de pessoas.

E eles estimam que 82,5%, ou 1,9 milhão desses homens receberiam um tratamento agressivo, apesar de apenas 2,4% terem câncer de alto grau.

"Esses resultados destacam o fato de que o nível de PSA, atual biomarcador, não é uma base suficiente para as decisões de tratamento".

Os pesquisadores disseram que, sem uma tecnologia que permita aos médicos distinguir um câncer agressivo de um leve, reduzindo o limiar da biópsia, "pode haver o aumento do risco de diagnóstico e tratamento excessivos".

O câncer de próstata é o segundo câncer mais comum em homens depois do câncer de pulmão, matando cerca de 254 mil homens por ano em todo o mundo. O diagnóstico em excesso pode levar a tratamentos como cirurgia, radioterapia e terapia hormonal que causam sérios efeitos colaterais, como impotência e incontinência urinária.

(ESTADAO)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Contra as rugas, tecnologia de ponta

Das células-tronco ao ciclo circadiano, a ciência avança com pesquisas sobre antienvelhecimento
por Katherine Harmon
O tratamento caseiro de rugas percorreu um longo caminho desde que nossas avós se lambuzavam com seus cremes. Essas antigas preparações ainda podem ser encontradas, mas, atualmente, correspondem a somente uma fração da vasta gama de produtos de beleza, vendidos com ou sem prescrição médica; um repertório que cresce à medida que os cientistas, em todo o mundo, correm contra o relógio (biológico), no intuito de encontrar caminhos para desacelerar o ritmo do tempo e as marcas que deixa na pele.

Competindo por uma fatia dos US$ 1,6 bilhão que os consumidores americanos gastam a cada ano em produtos contra o envelhecimento da pele, os maiores fabricantes de cosméticos do mundo passaram a empregar cientistas para pesquisar e desenvolver tecnologia antienvelhecimento, que será incorporada aos produtos. Já não basta mais simplesmente passar um pouco de creme na pele seca.

“Estamos tentando ganhar um conhecimento molecular mais profundo sobre o processo de envelhecimento da pele”, explica Jay Tiesman, biólogo e chefe do grupo de pesquisa sobre genoma da Procter & Gamble (P&G), que, nos Estados Unidos, fabrica produtos de beleza sob a marca Olay. Os pesquisadores estão explorando o uso de ferramentas biológicas, como células-tronco e desencadeadores de genes, para prevenir – ou mesmo reverter – a ação destrutiva do tempo.

Conforme envelhecemos, as células normalmente começam a se regenerar de um modo mais lento e os fibroblastos produzem menos colágeno, proteína que mantém a pele firme e elástica. Essas mudanças podem ser aceleradas por fatores ambientais − como raios solares ultravioletas, poluição e fumo, que produzem radicais livres ou moléculas instáveis, lesionando de forma prematura o DNA (material genético) nas células.

Para evitar os sinais prematuros do envelhecimento, o mais eficaz é passar protetor solar, evitar fumar e manter uma dieta rica em frutas e vegetais, como amoras e alcachofras, alimentos que contêm antioxidantes − moléculas que podem impedir a lesão celular pelos radicais livres. O especialista em fotobiologia e vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento das Estée Lauder Companies, localizadas em Melville (Nova Iorque), Daniel Yarosh, afirma que, em uma tentativa de preservar a pele, a Estée Lauder e várias outras empresas estão agora incluindo antioxidantes em alguns cremes de uso tópico. Isso, no intuito de evitar os ataques dos radicais livres à epiderme (a camada mais externa da pele).

Os cientistas também estão explorando novas formas de aumentar a capacidade cutânea de reter umidade e de evitar que os germes entrem no organismo. “Queremos uma forte barreira para preservar as camadas vivas da derme [localizada abaixo da epiderme], evitando, assim, a desidratação cutânea e protegendo a pele de ameaças externas, como bactérias e outras coisas que entramos em contato diariamente”, elucida Greg Hillebrand, bioquímico e principal cientista da P&G.

Ele ressalta que os cientistas da Procter também estão examinando o DNA de células cutâneas provenientes dos braços e nádegas de mulheres de diferentes idades, em uma tentativa de se estabelecer quais genes tornam-se ativos e quais tornam-se inativos com a idade e quando expostos à luz, fumaça e outros fatores ambientais.

Enquanto isso, os investigadores dos laboratórios da L’Oréal conduzem uma pesquisa sobre o papel que as células-tronco adultas podem desempenhar no processo de envelhecimento. A esperança é estabelecer tratamentos destinados a manter essas células funcionando em sua plenitude.

“As células-tronco estão na origem da regeneração cutânea”, prediz Jacques Leclaire, bioquímico e vice-presidente da divisão de ciências da vida, da L’Oréal, em Clichy (França). Então, é importante entender como essas células se comportam durante o envelhecimento. Ele observa que a quantidade de células-tronco na pele permanece essencialmente a mesma, porém a sua função muda com o tempo. Com a finalidade de manter as células-tronco funcionando em seu estado ótimo, Leclaire afirma que sua equipe está tentando desenvolver produtos que protejam o “ambiente” celular, mais precisamente o local onde a epiderme e a derme (camada cutânea do meio) se encontram.

Outros pesquisadores exploram a conexão entre a pele e o ciclo circadiano (relógio biológico), para detectar se há um melhor horário para se passar certos cremes.

O ciclo circadiano coordena o reparo de DNA e células danificados, no organismo, o que se dá, principalmente, nos períodos de repouso. As investigações demonstraram que, conforme as pessoas envelhecem, os genes que afetam o ciclo circadiano saem de sincronia, diminuindo o reparo celular. Mary Matsui, diretora-executiva de pesquisa sobre aparência, da Estée Lauder, revela que os cientistas estão estudando os caminhos moleculares que as células cutâneas costumam percorrer para se comunicar com o relógio biológico, na tentativa de se conservar o perfeito funcionamento desse processo. A linha de produtos da Estée Lauder chamada Chronolux Technology contém uma seqüência de aminoácidos que ajuda na preservação de um ritmo saudável de reparo celular.

“Os dermatologistas trabalharam, até agora, sob a ilusão de que a formação de rugas e a lesão do colágeno são irreversíveis”, explica Yarosh. No entanto, pesquisas mostraram que um novo colágeno pode ser gerado – e a Estée Lauder e outras empresas alegam que estão desenvolvendo produtos que podem estimular essa produção.

A P&G, por exemplo, desenvolveu o Pal-KT, uma marca registrada para um tipo de peptídeo (fitas curtas de aminoácidos, as partículas construtoras de proteínas) utilizado pela empresa em sua linha Olay Pro-X, lançada no mercado no ano passado. Hillebrand argumenta que, durante os estudos, esses peptídeos enganaram as células cutâneas chamadas fibroblastos − produtoras de colágeno −, fazendo com que estas aumentassem a liberação da proteína gelatinosa. O motivo: quando ocorre a quebra do colágeno, há a produção peptídica, que é sentida pelos fibroblastos. Isto os estimula a fabricar um novo colágeno.

Outros ingredientes ativos fundamentais, que a P&G apontou como importantes armas no combate às rugas (e que a empresa acrescentou à sua linha Pro-X), são:

• Proprionato de retinil, variação patenteada do retinol (uma forma de vitamina A) e do ácido propiônico (um ácido graxo líquido) menos agressiva. “Exerce múltiplos efeitos sobre a pele”, explica Hillebrand. “Foi estudado quanto aos efeitos sobre a síntese de colágeno e a proteção por barreira.”
• A niacinamida, forma de vitamina B3, que, segundo Hillebrand, melhora a retenção de umidade, as linhas finas e a hiperpigmentação.
• A hexamidina, substância química também utilizada nos revestimentos de fraldas, ajuda a reter a umidade. Estudos mostram que também colabora com o aperfeiçoamento dos caminhos pelos quais os lipídeos (gorduras) viajam através das camadas cutâneas, melhorando, assim, a aspereza da pele.

Apesar do tempo e dinheiro empregados tanto pelas empresas, na pesquisa antienvelhecimento, quanto pelos consumidores, nesses produtos, o estado da sua pele deve-se muito aos seus genes – e de quão bem você a protege. Os cientistas da P&G comparam os traços cutâneos hereditários àqueles ligados à altura e à qualidade dos dentes. Esses traços guiam o indivíduo na direção certa, mas ele somente atingirá seu pleno potencial de altura com alimentação apropriada e terá dentes fortes com uma boa higiene dentária.

“Nossa pele é uma espécie de espelho impiedoso da nossa saúde interna”, diz Hillebrand. Para manter esse espelho em seu melhor estado, deve-se ter uma quantidade suficiente de sono, ingerir muita água, manter uma dieta balanceada, passar protetor solar e evitar fumar, excesso de álcool e estresse.

“Não se trata de deixar de envelhecer”, explica Hillebrand. “Mas enfrentar os anos de forma graciosa e bem-sucedida.”

Fonte: Scientific American Brasil

domingo, 17 de maio de 2009

Grávida aos 66 anos, britânica diz que se sente com 39

Elizabeth Munro deve se tornar a mais velha a dar à luz no país.
Ela disse que não tem medo de criar seu futuro bebê sozinha.


A empresária britânica Elizabeth Munro, grávida aos                 66 anos. (Foto: Reprodução)
A empresária britânica Elizabeth Munro, grávida aos 66 anos. (Foto: Reprodução)

A empresária britânica Elizabeth Munro, de 66 anos, deve se tornar no próximo mês a mais velha mulher a dar à luz no Reino Unido. 

Em entrevista ao "Sunday Mirror" publicada neste domingo, a grávida de oito meses disse que "se sentia com 39 anos". 

Ela também disse que se sente mais em forma e saudável que algumas das meninas de 20 anos que trabalham com ela.

Munro, divorciada há mais de 15 anos e sem outros filhos, defendeu sua decisão de viajar à Ucrânia para fazer o tratamento de fertilização que permitiu que ela conseguisse engravidar. Ela disse ter pago o equivalente a 10 mil libras (quase R$ 32 mil). 

Ela, que vive e trabalha em Newmarket, Suffolk, também disse ao jornal não ter medo de criar seu filho sozinha. 

Munro já marcou seu parto, que deve ocorrer no mês que vem, para um hospital privado em Cambridge. Ela já havia tentado antes tratamentos para engravidar, mas todos falharam. 

Fonte: G1