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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Geisy Arruda faz cirurgia íntima: "Tinha uma couve-flor, agora tenho a vagina que queria"


Geisy Arruda faz recauchutada geral: rinoplastia, lipo e cirurgia íntima
Loira divulga foto do pós-operatório, conta que o procedimento durou sete horas e que ainda sente dores.
Geisy Arruda (Foto: Arquivo Pessoal)

Geisy Arruda se submeteu a novas cirurgias plásticas na última terça-feira, 7. A loira fez uma "recauchutagem" geral: remodelou o nariz "coxinha" que tanto a incomodava, fez uma nova lipo na barriga e corrigiu uma cicatriz que tinha nas auréolas do seio. "Não cuidei direito quando coloquei silicone e cresceu mais", contou ela, que para arrematar, também fez uma cirurgia íntima.

"A íntima eu queria fazer há muito tempo, porque eu tinha muita vergonha. Agora, ninguém me segura mais!", diz ela, sem perder o humor, apesar das dores do pós-operatório. "Estou com muita dor, mas minha mãe está cuidando de mim". O procedimento completo durou sete horas e foi feito no Hospital São Luiz, no Itaim Bibi, em São Paulo. Pelo Twitter, Geisy falou mais sobre as cirurgias para os seguidores. "Esta terça- feira eu acabei fazendo uma das maiores loucuras da minha vida... Mas não me arrependo de ter operado!!".

De acordo com o doutor Marcos Vinicius dos Santos, médico de Geisy, foram procedimentos simples. Do abdômen só foi retirado um litro de gordura na lipoaspiração. "Foi uma lipo pequena e, nos seios, foi só um ajuste. E o nariz vai ficar mais arrebitado e suave, porque ele 'abria' quando ela sorria e isso a incomodava". De acordo com o Dr. Marcos, os cuidados no pós-operatório duram uma semana. "Mas em 15 dias ela já pode voltar a fotografar", adiantou.

Em 2010, Geisy passou por seus primeiros procedimentos estéticos. Na época, ela tirou 5 litros de gordura de diversas partes do corpo: joelhos, coxas, bumbum, abdômen, costas e braços. De tudo isso, 400 ml foram injetados no bumbum, para arrebitar a região. Após a operação, ela fez sessões de Heccus (aparelho que utilizada ultrassom e estímulos elétricos) e drenagem linfática para ajudar na retenção de líquidos, inchaço e hematomas.

Bárbara VieiraDo EGO, em São Paulo

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A vagina fica larga com mais relações sexuais?


A vagina fica larga com mais encontros sexuais?


vagina da mulher não muda permanentemente devido a atividades sexuais penetrantes de acordo com Kimberly Williams, da Universidade de Purdue, nos EUA.
Quando as mulheres estão excitadas o canal da vagina fica lubrificado, relaxa e o colo do útero é empurrado para cima para criar mais espaço.
“Isso não indica que ela teve muitos encontros sexuais”, ela disse.
Stephanie Saur, cientista da cinesiologia (a ciência que estuda o movimento), disse que a forma da vagina é diferente em cada uma das mulheres devido à tipos anatômicos diferentes. Aprofundidade da vagina tem uma média de 10cm e não muda com base nos encontros sexuais.
Se ela é “apertada” isso pode ser sinal de que ela não está totalmente excitada ou pronta para a penetração. Exercitar a vagina com os exercícios de Kegel podem ajudar a estimular e treinar as paredes da vagina e também melhoram o prazer do sexo durante a relação, de acordo com Stephanie. Saiba como praticar os exercícios de Kegel.
CONCLUSÃO
vagina não fica mais larga devido à quantidade de encontros sexuais. [Purdue Exponent, foto de Soleá]

12 Segredos para melhores orgasmos femininos

Muitas andam tristes, pois acham que tem problemas para atingir o orgasmo. Algumas até sentem obrigadas a fingir na cama. Mas isso pode ser apenas questão de deixar as pressões de lado e utilizar a técnica certa. Aprenda aqui algumas infalíveis, sem injeções no ponto G ou implantar um chip, que envolvem conhecer os músculos, treinar o corpo facilmente, etc. Mas lembre-se, se você é brasileira, já é um bom começo
1. Acerte os pontos quentes
Uma posição de fricção pode ajudar você a chegar ao orgasmo durante a relação. A mulher deve ficar acima para que o clitóris toque o osso pubiano do parceiro. Ou ela deve deitar-se de costas com um travesseiro sobre as nádegas. Elas podem até tentar utilizar um vibrador durante a relação, diz a Ph.D Laura Berman, professora de obstetrícia da Northwestern University (EUA).
2. Diga como se faz
“Os homens querem instruções”, disse Laura. Ela deve dizer se ele está no caminho certo, seja falando que está ótimo ou gemendo.

3. Aprenda sobre si

Você não pode dizer como se faz se você não sabe o que a excita. “Para fazer um treinamento corporal para ser orgástica, você deve masturbar-se”, disse Danielle Cavallucci, uma treinadora sexual da empresa de informações sexuais Sexuality Source.

4. Exercite a musculatura do orgasmo

“Os exercícios de Kegel são os clássicos para as mulheres que querem transformar orgasmos fracos em fabulosos”, disse a educadora sexual Dorian Solot. Para localizar esta musculatura na pélvis você deve parar, durante o ato de urinar, nomeio do caminho. Então os exercite enrijecendo-os e soltando (quando você não estiver urinando). Faça isso todos os dias, várias vezes ao dia. Não se esqueça de continuar respirando enquanto aperta a musculatura.
5. Se arrisque
Pesquisas mostram que assumir comportamentos que busquem “adrenalina” juntos (seja escalar paredões ou apenas assistir um filme assustador) estimulam a dopamina no cérebro, o que faz com que seus fluídos circulem.

6. Atrase o prazer

“Quanto mais longo o período de excitação, maior a explosão”, disse Dorian. Chegue próxima do orgasmo e então retorne ao “banho Maria”. Repita isso algumas vezes antes do clímax.
7. Respirar em uníssono
Sexo tantra pode soar meio new age, mas seu princípio principal — focado na respiração — pode aumentar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente podem frear a pressa do orgasmo e criar uma maior expectativa, o que pode intensificar o prazer.

8. Filmes eróticos

Pornografia é exclusivamente sobre grandes pênis e gargantas profundas. No entanto os livros e filmes eróticos podem ter bom gosto e ser excitantes, e quanto mais excitada, melhores as chances de orgasmo. Dê preferência para os filmes que tenham uma trama e cenas quentes.

9. Tente preliminares criativas

Se seu (a) parceiro leva mais tempo para “esquentar” adiante-se ao enviar e-mails ou mensagens de texto sensuais (mas não muito gráficas, pois os e-mails não são necessariamente privativos).

10.Verifique seus medicamentos

As mulheres tem maiores chances de tomarem antidepressivos, que podem atingir a vida sexual. Se estiver tendo problemas converse com seu médico sobre seus medicamentos.

11. Procure ajuda cedo

Se você não tem orgasmos, conselhos de um (a) profissional podem ajudar. Danos em nervos ou baixa testosterona podem ser o problema. Apenas “seu médico (a) pode fazer uma análise médica”, disse Laura, “ou pense em fatores da relação” e procure um terapeuta sexual.

12. Relaxe

Em um estudo recente feito na França com mais de 500 mulheres, 70% disse que estresse no trabalho comprometia a libido. E baixa libido, obviamente, leva a menores chances de orgasmo. Portanto deixe as distrações da vida na porta do seu quarto. [Fonte]



sábado, 3 de novembro de 2012

Vagina saudável. 8 regras fundamentais

8 regras de higiene para uma vagina saudável
Mantendo a sua vagina limpa, seca e livre de doença é vital para a sua saúde reprodutiva.

Todas as mulheres devem se preocupar com a sua saúde vaginal. A vagina saudável é naturalmente ácida e contém quantidades ricas de bactérias benéficas que ajudam a afastar as infecções e manter um nível de pH normal. A vagina saudável também secretam pequenas quantidades de descarga para se manter limpa, tanto quanto saliva é produzido para ajudar a limpar a boca. Qualquer interferência com estas condições normais, e você pode enfrentar irritação vaginal ou infecção. Veja como manter sua vagina saudável.


Proteja seu equilíbrio do pH - mas não Douche
A ducha pode interferir com os níveis de pH da vagina, reduzindo sua acidez e preparando o terreno para infecções bacterianas. Se a sua vagina tem um odor forte ou desagradável, consulte seu médico; uma ducha só vai encobrir o cheiro, sem curar o problema que está causando isso. Além disso, evite o uso de sabonetes abrasivos ou produtos de limpeza na vulva ou dentro da vagina, como estes também podem afetar o equilíbrio do pH saudável.


Comer uma dieta saudável
Você pode não perceber, mas uma dieta equilibrada, nutritiva e beber líquidos são fundamentais para a da vaginal e saúde reprodutiva . Na verdade, certos alimentos podem ser eficazes no tratamento de problemas de saúde vaginal. Suco de cranberry e iogurte podem, potencialmente, ajudar a prevenir infecções fúngicas e ajudar no seu tratamento. E se você experimentar a secura vaginal, pergunte ao seu médico se você deve comer mais produtos de soja, que contêm uma forma fraca de estrógeno, que pode ajudar a lubrificação natural.


Praticar sexo seguro
O uso de preservativos durante o sexo ajuda a proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis , como HIV, herpes genital, sífilis, gonorréia, verrugas genitais, e clamídia. Algumas destas doenças, como o HIV e herpes genital, não têm cura. Outros, como o vírus do papiloma humano, que causa verrugas genitais, são conhecidos por causar câncer ou levar a outras doenças. Você também deve mudar preservativos quando se muda de sexo oral ou anal para o sexo vaginal, para evitar a introdução de bactérias nocivas na vagina.

Consulte o seu ginecologista regularmente
Fazer regulares exames ginecológicos é crucial para manter a sua saúde vaginal. Toda mulher deve ter o seu primeiro exame ginecológico aos 21 anos ou dentro de três anos ao se tornarem sexualmente ativos. Ginecologistas e médicos de família muitos são treinados para diagnosticar doenças e distúrbios que podem prejudicar a vagina ou o seu sistema reprodutivo como um todo. Ginecologistas também realizam o Papanicolau, que pode detectar alterações nas células vaginais que podem indicar a presença de câncer.

Tratamento de infecções quando surgem
Três tipos de infecções vaginais são bastante comuns: infecção por fungos , vaginose bacteriana e tricomoníase. Infecções por Levedura são causadas por vários tipos de fungos, enquanto que a vaginose bacteriana é causada por crescimento excessivo de bactérias na vagina. A tricomoníase é sexualmente transmissível. Tratamento dessas infecções é fundamental, porque não tratá-los pode levar a situações desagradáveis, dolorosas, e graves problemas de saúde reprodutiva. Todos as três podem ser tratada com medicamentos tópicos ou orais.

Lubrificante durante o sexo
Lubrificação é uma parte importante da relação sexual. Sem ele, a pele dos lábios e da vagina pode ficar irritada e se irritou, às vezes ao ponto de rasgar. Enquanto a lubrificação vaginal ocorre naturalmente durante a excitação feminina, algumas mulheres não produzem bastante lubrificante natural e por isso devem usar uma forma artificial para reduzir o atrito e irritação e aumentar o prazer. Evite vaselina e outros produtos à base de óleo para esta finalidade, pois a vaselina, cremes hidratante e outros cremes ou óleos cosméticos agravam os riscos de ruptura dos preservativos e pode causar infecção.


Escolha cuidadosamente as roupas
Seu vagina deve ficar limpa e seca - e o que você veste pode afetar isso. Certos tipos de tecidos e estilos usados ​​junto aos órgãos genitais pode aumentar o calor ea umidade, potencialmente levando a crescimento excessivo de bactéria  e infecções. Use calcinha de algodão durante o dia, e evitar tangas. Tente não usar roupa justa, e trocar de roupas de banho molhadas e roupas de ginástica suadas tão rapidamente quanto possível.


Siga higiene adequada
O senso comum pode percorrer um longo caminho para proteger a saúde de sua vagina. Depois de um movimento intestinal, limpar da frente para trás para evitar contaminação bacteriana da vagina e para diminuir o risco de infecção da bexiga . Mudar pensos higiênicos e tampões regularmente durante o período. Quando você não está tendo o seu período, não usar almofadas ou pensos diários para absorver a secreção vaginal normal, pois eles vão manter a umidade e calor perto de sua vagina, o que pode resultar em infecção.


Por Dennis Thompson, Jr.
revisado por Cynthia Haines, MD

terça-feira, 5 de junho de 2012

Corrimento vaginal: O que é anormal?

Corrimento vaginal: O que é anormal?

Corrimento vaginal pode não ser um tema de conversa popular. Mas você pode gostar de saber que o corrimento realmente tem uma função importante na limpeza do sistema reprodutor feminino . Fluidos feito por glândulas dentro da vagina e colo do útero levam embora as células mortas e bactérias. Isso mantém a vagina limpa e ajuda a prevenir infecção.

A maior parte da descarga vaginal é perfeitamente normal. A quantidade pode variar de mulher para mulher, e a cor normal pode variar de claro a um esbranquiçado leitoso, dependendo do tempo em seu ciclo menstrual . Você também pode perceber pequenas mudanças na quantidade e odor da descarga. Por exemplo, não será mais alta se você está ovulando, a amamentação ou estiver sexualmente excitada. O cheiro pode ser diferente se você está grávida ou não ter sido diligente sobre sua higiene pessoal.


Nenhuma dessas mudanças é motivo para alarme. No entanto, se a cor, cheiro, consistência e parece significativamente incomum, especialmente se há coceira ou ardência na vagina, você poderia estar percebendo um sinal de uma infecção ou outra condição.

O que causa a descarga anormal?

Qualquer alteração no equilíbrio das bactérias normais da vagina podem afetar o cheiro, cor ou textura da descarga. Estas são algumas das coisas que podem perturbar esse equilíbrio:

  • uso de antibióticos ou esteroides
  • vaginose bacteriana , que é uma infecção bacteriana mais comum em mulheres grávidas ou mulheres que tenham múltiplos parceiros sexuais
  • pílulas de controle de natalidade 
  • câncer cervical
  • clamídia ou gonorreia , que são doenças sexualmente transmissíveis
  • diabetes
  • duchas, sabonetes perfumados ou loções, banho de espuma
  • infecção pélvica após cirurgia
  • doença inflamatória pélvica (DIP)
  • tricomoníase , que é uma infecção parasitária tipicamente causado por ter sexo desprotegido
  • atrofia vaginal, o que é desbaste e secagem para fora das paredes vaginais durante a menopausa
  • vaginite, que é a irritação ou em torno da vagina
  • infecções fúngicas


Consulte a tabela abaixo para saber mais sobre o que um determinado tipo de descarga pode significar.

Tipos de descarga anormal e suas possíveis causas
Tipo de descarga
O que poderia significar
Outros sintomas
Sangrento ou marrom
Ciclos menstruais irregulares, ou menos frequentemente, câncer cervical ou endometrial
Sangramento anormal da vaginal , dor pélvica.
Nublado ou amarelo
Gonorréia
Sangramento entre os períodos, incontinência urinária
Espumoso, amarelo ou esverdeado com mau cheiro
Tricomoníase
Dor e coceira ao urinar
Rosa
Derramamento de revestimento do útero apóso parto (lóquios)
Espesso, branco, queijo
infecção por levedura 
Inchaço e dor ao redor da vulva, prurido, relações sexuais dolorosas
Branco, cinza ou amarelo com odor de peixe
Vaginose bacteriana
Coceira ou ardência, vermelhidão e inchaço na vagina ou vulva

Como o médico faz o diagnóstico de descarga anormal?


O médico irá começar por tomar um histórico de saúde e perguntar sobre seus sintomas. Perguntas que o médico pode pedir incluem:



  • Quando a descarga anormal começa?
  • Qual é a cor da descarga?
  • Existe algum cheiro?
  • Você tem alguma coceira, dor ou queimação ou em torno da vagina?
  • Você tem mais de um parceiro sexual?
  • Vocês douche?
O médico pode tirar uma amostra da secreção ou fazer um teste de Pap para coletar células do seu colo para uma análise mais aprofundada.


Como é tratada descarga anormal?

Chame o seu médico para uma consulta, se você observar alguma descarga incomum. Como está a ser tratado irá depender da condição que está a causar o problema. Por exemplo, infecções fúngicas são geralmente tratados com antifúngicos medicamentos inseridos na vagina em creme ou forma de gel. A vaginose bacteriana é tratada com antibiótico pílulas ou cremes. A tricomoníase é geralmente tratada com o medicamento metronidazol ( Flagyl ) ou tinidazol (Tindamax ).
  • Aqui estão algumas dicas para prevenção de infecções vaginais que podem levar a uma descarga anormal:
  • Manter a vagina limpa, lavando-se regularmente com um sabão suave e água morna.
  • Nunca use sabonetes perfumados ou ducha. Além disso, evite sprays femininos e banhos de espuma.
  • Depois de ir ao banheiro, limpar sempre da frente para trás para evitar que bactérias entrem na vagina e causando uma infecção.
  • Usar calcinhas de algodão 100%, e evitar roupas muito apertadas.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mulher afirma ter perdido a virgindade duas vezes graças a 'vagina dupla'


Mulher afirma ter perdido a virgindade duas vezes graças a 'vagina dupla'

Com duas vaginas, mulher conta ter perdido a virgindade duas vezes


Hazel Jones revelou em um programa matinal da ITV1 que sofre de uma rara condição médica: a britânica de 27 anos tem duas vaginas! Lado a lado...

O diagnóstico foi feito quando Hazel, que mora em High Wycombe (Inglaterra), tinha 18 anos, após problemas decorrentes da menstruação anormal e a intervenção do primeiro namorado sério dela, que notou "algo diferente".

A loura contou ter perdido a virgindade duas vezes e ter feito exame duplo de Papanicolau. Ela decidiu manter as duas vaginas, de acordo com reportagem do "Mirror".

Além das duas vaginas, Hazel tem dois úteros separados e dois colos de útero.
No início, contou Hazel, não era nada "engraçado". Mas, agora, ela se diz acostumada com a situação:


"É um quebra-gelo em festas. Se as mulheres querem ver, eu mostro tranquilamente. Não é algo que me embarace".

O Globo

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A vagina fica larga com mais relações sexuais?


Flor
A vagina da mulher não muda permanentemente devido a atividades sexuais penetrantes de acordo com Kimberly Williams, da Universidade de Purdue, nos EUA.

Quando as mulheres estão excitadas o canal da vagina fica lubrificado, relaxa e o colo do útero é empurrado para cima para criar mais espaço.

“Isso não indica que ela teve muitos encontros sexuais”, ela disse.

Stephanie Saur, cientista da cinesiologia (a ciência que estuda o movimento), disse que a forma da vagina é diferente em cada uma das mulheres devido à tipos anatômicos diferentes. A profundidade da vagina tem uma média de 10cm e não muda com base nos encontros sexuais.

Se ela é “apertada” isso pode ser sinal de que ela não está totalmente excitada ou pronta para a penetração. Exercitar a vagina com os exercícios de Kegel podem ajudar a estimular e treinar as paredes da vagina e também melhoram o prazer do sexo durante a relação, de acordo com Stephanie. Saiba como praticar osexercícios de Kegel.

CONCLUSÃO
A vagina não fica mais larga devido à quantidade de encontros sexuais. [Purdue Exponent, foto de Soleá]



terça-feira, 1 de maio de 2012

Mulher ejacula? É mito ou Verdade?


A ejaculação feminina existe mesmo? 
Não, ela é um mito. “Não existe”, afirma o ginecologista Eduardo Vieira da Motta, do Hospital Albert Einstein e da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). Mas, da onde veio essa história, você se pergunta? Bem, essa é mais uma das confusões causadas pela falta de conhecimento do corpo feminino - tanto por parte dos meninos, quanto por parte das meninas.

Então, o médico explica. “Quando a mulher fica excitada, a vagina libera uma secreção lubrificante. Ela é importante para permitir a passagem do pênis com conforto”, explica Motta. “O que acontece é que, quando ela atinge o orgasmo, essa secreção aumenta”, conta o médico. É essa lubrificação “extra” que muitas pessoas confundem com ejaculação.


Outra coisa que é rara, mas pode acontecer para aumentar a confusão, é essa secreção ser expelida em forma de um jato. Como isso acontece? Pela combinação de dois fatores. “Bem na entrada da vagina, existem pequenas glândulas conhecidas como ‘glândulas vestibulares’, ou ‘glândulas de Bartholin’, que são as responsáveis por expelir a secreção lubrificante”, explica o ginecologista.

“Durante o ato sexual, e principalmente durante o orgasmo, a vagina se contrai com força. Essa contração pode ‘espremer’ as glândulas vestibulares e fazer com que a secreção saia em jatos”, afirma Motta.

Isso, no entanto, não é considerado, nem pode ser chamado, de “ejaculação”. “Não é ejaculação, no sentido masculino da coisa. É apenas um aumento na lubrificação da vagina”, esclarece o médico.

Fonte: globo.com

quinta-feira, 8 de março de 2012

O tamanho da vagina importa?


A velha questão da existência ou não o tamanho importa é geralmente dirigida a homens, mas esta é uma preocupação um pouco escondido para as mulheres também.

Embora não possa falar sobre isso, algumas mulheres podem se preocupar com o tamanho de sua vagina, e como isso afeta o prazer sexual, principalmente após ter um bebê . Não é um monte de pesquisas tem sido feito nesta área e porque há tantas variáveis ​​em jogo na sexualidade das mulheres é difícil dizer se o tamanho da vagina e do prazer sexual estão ligadas.

"Nossa capacidade de compreender o tamanho que se refere à função sexual é mal compreendido", Christopher Tarnay, MD, diretor da divisão de medicina pélvica feminina e cirurgia reconstrutiva no UCLA Medical Center, diz WebMD. "Mas nos últimos 10 a 15 anos, tem havido uma atenção muito mais o pago ao campo da medicina sexual."

Acomodar e mutável

A vagina é um órgão muito "elástico", diz Christine O'Connor, MD, diretor de ginecologia do adolescente e cuidados mulheres bem no Mercy Medical Center, em Baltimore. É pequeno o suficiente para armazenar um tampão no lugar, mas pode expandir o suficiente para passar uma criança passar. Isto é porque as paredes da vagina são semelhantes aos do estômago , eles têm rugas, o que significa que em conjunto para dobrar colapsar quando não for utilizado, então expandir-se quando necessário.

"Não fica um determinado tamanho", diz O'Connor. "Isso muda para acomodar o que está acontecendo naquele momento."

As medidas mais comumente utilizadas em relação ao tamanho de vaginas vêm de Masters e Johnson trabalho a partir dos anos 1960. Eles olharam para 100 mulheres que nunca haviam estado grávida e descobriu que comprimentos vagina, não estimulada, variam de 2,75 polegadas para cerca de 3 ¼ polegadas. Quando uma mulher está excitada, ela aumentou para 4,25 polegadas para 4,75 polegadas. Independentemente da forma como a longo da vagina é, a área que se pensa ser importante para a maioria das mulheres resposta sexual é a exterior de um terço.

Então como é que se relacionam com comprimento satisfação sexual? Ninguém parece saber ao certo.

Tarnay diz que as questões principais que ele vê as mulheres têm um desconforto durante o sexo. Isso normalmente ocorre se a vagina é muito curto ou apertado ou eles têm um prolapso, onde o útero, bexiga , ou de outros órgãos cair fora do lugar, normalmente após o parto.

"Provavelmente não importa", diz Tarnay. "Há um vasto leque do normal, pode ser completamente certo de que na ausência de prolapso, o comprimento não tem nenhum impacto na satisfação sexual."

Tônus muscular

O que pode fazer a diferença, Tarnay diz, é o que ele chama de hiato genital - a abertura vaginal. As queixas que ouve de seus pacientes são tipicamente após o parto.

"As mulheres vão vir na descrição de uma mudança na função sexual e dizer que se sente solto e eles se sentem menos satisfeitas", diz ele. "Mas apenas ter um bebê muda a experiência sexual, por isso não pode ter a ver com as mudanças na abertura vaginal."

(Continuação)
Tônus muscular continuou ...

As mudanças de abertura vaginal prováveis ​​apenas um pouco após o nascimento, Tarnay diz. Em 1996, os médicos começaram a usar uma medida chamada do órgão pélvico sistema de quantificação de prolapso como uma forma de ajudá-los a ver o quão bem eles estavam fazendo reparar que a área após o parto.



Esta foi a primeira vez que houve um verdadeiro antes e após a medição, Tarnay diz. Os médicos têm usado o sistema de olhar para as populações de mulheres e descobriram que há um ligeiro aumento no tamanho da abertura, após o parto normal. O problema pode estar mais relacionada à fraqueza muscular ou lesão nessa área, Tarnay diz.

"As mulheres que são capazes de contrair os músculos do assoalho pélvico pode aumentar ou diminuir o tamanho do hiato", diz ele. "O aumento do tônus ​​muscular do assoalho pélvico pode reduzir frouxidão".

Os exercícios de Kegel pode ser muito eficaz no fortalecimento desses músculos, Tarnay diz, e podem geralmente melhorar o sexo.

Um estudo publicado no Australian & New Zealand Journal of Obstetrics and Gynaecology, em 2008, descobriu que mulheres que regularmente realizados exercícios de Kegel relataram maior satisfação sexual do que mulheres que não fazem exercícios de Kegel.

O problema com Kegels é que muitas mulheres não sabem como fazê-las corretamente.

"Quando eu pedir para alguém fazer uma onda do bicep, eles podem fazer isso", diz ele. "Mas um subconjunto muito significativa das mulheres que dizem que fazer exercícios de Kegel, quando eu lhes peço para me mostrar o que estão fazendo, não está fazendo [o exercício] corretamente ou não podem se conectar entre o cérebro e os músculos."

Para encontrar os músculos que você usa para fazer exercícios Kegel, ou inserir um dedo na vagina e apertar os músculos que rodeiam ou interromper o fluxo ao urinar. Depois de ter encontrado os músculos, contraindo-os praticar por cinco a 10 segundos e depois relaxe. Se você não consegue segurar por muito tempo, sua maneira de trabalhar. Repetir o processo de 10 a 20 vezes, três vezes por dia. Durante o exercício, certifique-se de respirar normalmente e tente não usar os músculos de suas pernas, estômago, ou no fundo.

Algumas mulheres sustentar lesão do nervo durante o parto e não pode sentir estes músculos. Outros simplesmente não usam a técnica adequada. Tarnay diz que há até mesmo fisioterapeutas que se especializam em ajudar as mulheres a realizar exercícios de Kegel corretamente.

O que realmente importa

Preocupar-se com tamanho e se é ou não muda ao longo do tempo é a preocupação de errado, diz O'Connor. Fatores como a lubrificação suficiente e excitação e um bom relacionamento com um parceiro ter um impacto muito maior sobre o prazer sexual para as mulheres.

Um estudo de 2010 publicado no Jornal Internacional de Uroginecologia confirma a sua opinião. Os pesquisadores usaram os registros médicos, um exame, e questionário de 500 pacientes ginecológicas com 40 anos ou mais para ver se havia uma correlação entre o comprimento vaginal e tamanho da abertura e satisfação sexual.

Os pesquisadores descobriram que desejo, excitação, dor, orgasmo e satisfação sexual não estavam ligadas ao tamanho vagina. Em vez disso, os melhores preditores de inatividade sexual foram a idade avançada, maior IMC, e não estar em um relacionamento cometido.

"Não é um ajuste exato físico que você está procurando em termos de função sexual", diz O'Connor. "É mais sobre a comunicação entre os dois parceiros e ter certeza que ambos estão recebendo o que eles precisam da experiência e são confortáveis."

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Perfil da mulher de duas vaginas no Facebook tem ensaio sensual; veja fotos


Mulher com duas vaginas faz ensaio e ganha 'perfil' no Facebook

Hazel Jones, a britânica de 27 anos que revelou, em programa de TV no Reino Unido, ter duas vaginas é assunto mundo afora. No Facebook, surgiu um perfil atribuído à loura. Ela teria feito um ensaio picante destacando a sua situação incomum...




Assista à entrevista de Hazel à emissora britânica:




Entenda a situação dela:




Fonte: page not found

domingo, 24 de julho de 2011

Mulher põe cola na vagina para enganar o noivo

Parou no Hospital 
Mulher põe cola na vagina para enganar o noivo

Ela queria fazer o noivo acreditar que era virgem e
 foi parar no hospital com a vagina colada
Uma mulher de 22 anos, que mora na zona sul do Rio de Janeiro (RJ), tomou uma atitude irresponsável, ao inserir cola dentro da vagina com a intenção de ludibriar o noivo, tentando se passar por virgem.

Durante a relação sexual, o noivo não conseguiu consumar o ato e desconfiou que algo de errado estivesse acontecendo com a noiva, pois o órgão da garota estava completamente fechado. “Eu achei que ela tivesse algum tipo de problema”, disse o noivo da jovem.

A descoberta de que a garota estaria com a vagina colada aconteceu quando ela própria resolveu revelar, ao se desesperar por não conseguir urinar.


A jovem foi levada as pressas para o hospital, e atendida imediatamente pelos médicos de plantão de um hospital na zona sul do Rio, e passa bem. A vagina foi descolada.

g17.com.br

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vagina. Para não ter mais dúvida

A vagina é parte do aparelho reprodutor feminino. Muitas mulheres não têm conhecimento sobre o seu funcionamento, interferindo na resposta sexual. A forma vaginal é diferente em cada mulher. A média da profundidade vaginal independe de quantos encontros sexuais a mulher já teve.

Canal do órgão sexual feminino e parte do aparelho reprodutor, a vagina possui paredes elásticas de 8 a 10 centímetros de comprimento que conecta o colo do útero aos genitais externos, também chamados de vulva. Sua entrada é protegida pelo hímem, limite entre a vagina e a vulva, uma membrana fina com formas diversas e algumas perfurações que capacitam a saída da menstruação, rompida normalmente nas primeiras relações sexuais, causando um pequeno sangramento. Porém, algumas atividades não referentes ao sexo podem eventualmente ocasionar o seu rompimento.

O sistema reprodutor feminino localizado no interior da cavidade pélvica é formado por dois ovários (gônadas responsáveis pela produção de estrógeno e progesterona - hormônios sexuais), duas tubas uterinas (trompas de Falópio), um útero (órgão oco situado na cavidade pélvica, revestido por tecido vascularizado chamado endométrio), vagina e vulva (o complexo dos órgãos genitais externos). Na parte externa da vulva encontram-se dois orifícios: urinário e genital. A cada lado da abertura externa há glândulas chamadas de Glândulas de Bartholin, secretoras de muco lubrificante.

Os grandes lábios de uma mulher reprodutivamente madura são cobertos por pêlos. Já os pequenos envolvem a abertura vaginal protegendo o início da uretra e da vagina. O clitóris, localizado na parte superior, tanto no exterior quanto no interior do corpo feminino, é uma pequena protusão de um tecido esponjoso erétil, com papel fundamental na sexualidade feminina sendo o único órgão que tem a função única de dar prazer.

A vagina ácida, com o nível do pH entre 2,0 e 4,0 é sinônimo de saúde, pois a acidez garante a harmonia entre os microorganismos criando uma barreira contra doenças. Acontece que esse mesmo nível de acidez, que contribui para uma flora saudável, é vilão dos espermatozóides. A ejaculação, por sua vez eleva, temporariamente, o pH para níveis mais alcalinos, tornando a flora mais receptiva aos espermatozóides.

A alimentação interfere na flora vaginal. Quando a mulher come derivados de leites e bebidas lácteas, a flora se mantém defendida. Já o álcool é capaz de diminuir a imunidade do organismo, permitindo infecções vaginais. Mas, bactérias próprias da flora microbiana vaginal agem naturalmente, fazendo com que a vagina tenha um odor característico.

A forma vaginal é diferente em cada mulher. A média da profundidade vaginal independe de quantos encontros sexuais a mulher já teve. Poucas sabem que a maioria das terminações nervosas responsáveis pela sensação de prazer encontra-se no primeiro terço vaginal, que aumenta de tamanho com a excitação, quando o canal vaginal fica lubrificado e o colo do útero é empurrado para cima, produzindo mais espaço. Os exercícios de Kegel podem estimular e treinar as paredes vaginais, melhorando o prazer sexual.

Diferentemente do que ocorre no pênis, a excitação feminina não é vascular. Por esse motivo, não existe nenhuma medicação que possibilite a disponibilidade fisiológica para o sexo.

Dicas para um bom relacionamento:
  • Quando estiver menstruada, troque o absorvente a cada 2 horas.
  • Evite dormir todos os dias de calcinha.
  • Evite usar meia calça todos os dias.
  • Evite biquíni molhado.
  • Use um espelhinho para se comunicar e saber se está tudo bem.

Ana Paula Veiga
Psicóloga e sexóloga

www.corposaudavel.com.br

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Vagina com flatulência. É possível?

Chamados de flatos vaginais, os gases que saem da vagina da mulher durante uma relação sexual podem ser confundidos com um barulho similar ao de um "pum". O som é resultado do ar que entra em excesso na vagina da mulher durante a penetração.



"Esses barulhos acontecem pelo acúmulo de ar na vagina. Dependendo da posição sexual do casal, há uma entrada maior de ar e quando ocorre a penetração acontece um barulho parecido com o de ar comprimido", explica a ginecologista e terapeuta sexual Mariana Maldonado.

A médica salienta ainda que, dependendo da velocidade e da pressão da penetração, o barulho produzido pode variar de intensidade. "Quanto mais intenso, maior a força e maior o barulho."

Apesar dos barulhos vaginais estarem diretamente ligados à posição sexual, algumas mulheres têm maior tendência a produzir os sons. "Depois do parto normal a mulher pode ficar com o músculo da região mais frouxo, aumentando a abertura da vagina. Isso facilita a entrada de ar em excesso durante o ato sexual", comenta Carolina Carvalho Ambrogini, ginecologista e coordenadora do projeto Afrodite, da Unifesp.

De acordo com a médica, quando os músculos da região da vagina estão frouxos a mulher pode ainda perder um pouco da sensibilidade durante a penetração e do prazer na hora do sexo. Em alguns casos é indicada uma cirurgia de correção chamada perineoplastia. "O pós-operatório é tranqüilo, mas é indispensável o repouso e 40 dias sem relação sexual", comenta Carolina.

Evite os barulhos indesejados
Algumas posições durante a relação sexual favorecem a maior entrada de ar na vagina, facilitando os flatos vaginais. Quanto mais "aberta" a vagina, mais ar entra no local, assim, as chances de fazer barulho são maiores.


Isso significa que alguns "malabarismos" podem facilitar a entrada de ar em excesso na vagina. "Algumas posições do Kama Sutra em que apenas a região da pélvis do casal ficam juntas favorecem a entrada do ar", comenta a consultora sexual Vânniah Neves.

O famoso "papai-e-mamãe" é uma das posições que menos chances têm de produzir os flatos vaginais. "O casal está mais acomodado, dificilmente o pênis irá sair totalmente da vagina", ensina Vânniah.

A dica da consultora é: "posições em que o casal fica mais distante, onde o pênis tem grandes chances de sair por completo da vagina, como a posição de quatro e a mulher por cima do homem, são as mais propícias a produzir os barulhos".


O que podemos fazer para diminuir o problema?
Naquelas mulheres em que existe flacidez muscular, a cirurgia de correção do períneo e os exercícios que aumentam o tônus muscular podem ajudar. A fisioterapia uroginecológica promove o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico através de exercícios específicos (exercícios de Kegel e uso de cones vaginais), e por meio de aparelhos de eletroestimulação e biofeedback. Com estes recursos, a mulher aprende a contrair o períneo o que reduz ou elimina a flatulência vaginal, além de aumentar a satisfação sexual.



Serviço:
Carolina Carvalho Ambrogini - ginecologista
www.projetoambsex.com.br

Mariana Maldonado - ginecologista e terapeuta sexual
www.marianamaldonado.com.br

Vânniah Neves - consultora sexual
www.vanniahneves.com.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Corrimento vaginal. Remédio caseiro

Remédio caseiro para corrimento vaginal.

Um ótimo remédio caseiro para o corrimento vaginal é uma planta medicinal conhecida como losna.

Para preparar o chá ferva 1 litro de água e deligue o fogo. Acrescente então 10 gramas de erva e abafe durante 3 a cinco minutos. Faça compressas mornas com folhas ou chá de losna na região genital, uma a duas vezes ao dia durante 3 dias para se erificar resultados.

Esta erva não deve ser utilizada por mulheres que amamentam, pois pode amargar o sabor do leite. [tuasaude.com]

Atenção: Procure um medico antes de usar qualquer medicação.


Erva cultivada em hortas, com caule de até 80 cm de altura, folhas esbranquiçadas, flores amarelas, de sabor muito amargo.

Nome Popular: Absínto, Absíntio, Absinto Verdadeiro, Absinto Falso, Losna, Artemisia, Absintium, Losna-Maior, Erva dos Bixos (Wormwood), erva dos vermes, erva-santa, erva-amarga, vermut, ajenjo (spañol), absinthe (français), assènzio (italiana).


Principais Substâncias: Tujone, óleo essencial (tuiol, tuiona, camazuleno, felandreno e borneol), absintina, artamarina, artamarinina, artamaridinina, anabsintina, artabsina e santonina; proazuleno, carotenos, pectina e mucilagens; resina, ceras, vitamina B6 e C;
Nome Cientifico: Artemisia absinthium

Utilidades: Estimulante e bronquite, digestiva, problemas estomacais, estimulante gastrico, aumenta o apetite, afrodisíaco. Psico-estimulante.
Forma de Uso: Chás, Tintura, incenso.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Labioplastia: em busca da vagina perfeita

A cirurgia de labioplastia é uma técnica que reduz os pequenos lábios vaginais que possuem hipertrofia. O procedimento é simples, com anestesia local e sedação, não deixa cicatriz aparente e nem provoca perda da sensibilidade, apenas restringe a atividade sexual por 30 dias após a operação.

No Brasil uma em cada mil mulheres apresenta o problema, mas apenas cerca de 5% se submete à cirurgia de correção e mesmo assim por questões estéticas e não pelo fator saúde. O aumento dos pequenos lábios, que ficam mais proeminentes do que os grandes lábios, faz com que haja excesso de pele, causando assim incômodo estético e emocional. Essa hipertrofia pode acontecer devido à flacidez dos grandes lábios, pela idade ou por emagrecimento, ou até mesmo ser de ordem hereditária.

Abaixo, fotos antes e após a Labioplastia:



vagina
vagina4
vagina2
vagina3

www.necessaire.com.br

domingo, 9 de agosto de 2009

Plástica vaginal: beleza das partes íntimas, mais prazer na vida sexual.


As mulheres não estão preocupadas só com a aparência daquilo que fica a mostra. Elas também estão atentas à beleza das partes íntimas, para se sentirem seguras na cama e terem mais prazer na vida sexual. Essa preocupação tem feito triplicar a procura por cirurgias plásticas íntimas nos últimos cinco anos.

A maioria são mulheres entre 25 e 40 anos, período em que a vida sexual é mais ativa. Mas nem sempre a questão é apenas estética. A correção pode trazer também alívio para certos desconfortos.

Segundo o cirurgião plástico Ariosto Santos, um dos procedimentos mais comuns é a labioplastia – redução ou remodelação dos lábios vaginais. Quando muito grandes, o contato com a roupa acaba machucando, além de fazer volume quando a mulher veste biquíni ou uma roupa mais justa.

Uma secretária que prefere não se identificar fez a cirurgia. Ela percebeu o problema na adolescência. A preocupação aumentou quando ia se casar, pois achava que sentiria dor durante a relação sexual. Mas a cirurgia só foi feita bem depois. "Vi que me atrapalhava e fazia sentir vergonha de ficar nua diante do meu marido, então operei".


Mesmo com tantos serviços a disposição da mulheres, elas ainda enfrentam barreiras como a desinformação e o constrangimento. O ideal é discutir a questão com o médico de confiança, principalmente se o incômodo interfere na vida afetiva. (Com informações de Mary Martins)


Tire suas dúvidas

Tipos. Além da labioplastia, há a lipoaspiração do púbis, estreitamento do canal vaginal e até reconstrução do hímen

Recuperação. Dependendo do procedimento, a paciente deve ficar de repouso total de 3 a 5 dias e não pode ter relações sexuais por pelo menos um mês

Demanda. Nos últimos cinco anos, praticamente triplicou a procura pelos procedimentos
Fonte: A Gazeta



LABIOPLASTIA VAGINAL,
UMA QUESTÃO DE AUTO-ESTIMA!



Como é feita: por meio de um corte nos pequenos lábios o médico retira o excesso de pele e prossegue com a sutura. Pode ser realizada tanto em consultório quanto no hospital. A pessoa é liberada no mesmo dia.
Anestesia: local.
Pós-operatório: repouso por dois dias, em casa. Esforços físicos têm que ser evitados durante quinze dias. Os pontos caem sozinhos. Relações sexuais só após rês semanas.
Tempo de cirurgia: cerca de 1 hora.
Preço: de 2 a 5 mil reais.

Lipoaspiração do monte de Vênus

Como é feita: são necessárias duas ou três incisões no púbis para aspirar a gordura com seringas especiais. Fecha-se o corte com um esparadrapo ou com uma linha. Não é preciso raspar os pêlos e a cirurgia não exige internação. A plástica deve ser feita apenas quando a região já completou sua formação. Em pessoas obesas a lipoaspiração provoca flacidez na região, por isso, depois da cirurgia, associa-se com a plástica para retirar o excesso de pele.
Anestesia: local com sedação, quando retira-se até 100 mililitros de gordura, e regional (tipo peridural) para cirurgias maiores.
Pós-operatório: o local costuma ficar dolorido cerca de três dias e o edema desaparece por completo após dois meses. As relações sexuais devem ser evitadas por dez dias.
Tempo de cirurgia: 1 hora.
Preço: de 1500 a 5 mil reais.

Os preços de todas as intervenções cirúrgicas citadas nesta reportagem variam de acordo com o médico, a anestesia, o tipo de internação (em clínicas ou em hospitais) e a região do país.

Plástica íntima: muito mais simples do que você imagina

Com a popularização da cirurgia plástica no Brasil, muitas garotas descontentes com o corpo colocam silicone ou fazem lipoaspiração buscando o ideal do corpo perfeito. Porém, é sempre bom lembrar que a plástica tem outras utilidades além da estética, já que o principal objetivo da cirurgia é corrigir alguns “defeitinhos” que possam mexer tanto com nossa saúde quanto com a auto-estima.

É grande a quantidade de e-mails que recebemos de meninas com dúvidas sobre clitóris super-desenvolvidos e grandes ou pequenos lábios avantajados, problemas estéticos da vagina que ocorrem com mais freqüência do que imaginamos e podem atrapalhar o ato sexual. Em alguns casos, os lábios são tão salientes que impedem a mulher de usar biquínis ou calças justas. Mas felizmente, esse desconforto já pode ser solucionado com a cirurgia plástica íntima.

De acordo com o Dr. Murilo Caldeira, precursor desse tipo de cirurgia no Brasil, os problemas mais comuns são a hipertrofia (grande crescimento) dos pequenos ou grandes lábios vaginais, e a causa é geralmente hereditária. Os lábios aumentam exageradamente, dificultando a higiene e a relação sexual. Nesse caso, a correção nos pequenos lábios é feita com uma cirurgia chamada labioplastia, e nos grandes lábios com lipoaspiração.

As duas cirurgias são bastante simples, a anestesia é local e a paciente tem alta no mesmo dia, podendo retornar às atividades normais em 48 horas. Na labioplastia, a pele em excesso é cortada, e a cirurgia dura 30 minutos. Os pontos caem sozinhos, sem deixar cicatrizes ou marcas visíveis. Não há restrições no pós-operatório, apenas é necessário ficar 45 dias sem ter relações sexuais. A plástica íntima pode ser feita a partir dos 14 anos, no início da puberdade.

O clitóris super-desenvolvido também é uma deficiência que ocorre com muitas meninas. Esse desconforto não interfere tanto na saúde, mas costuma causar constrangimentos no relacionamento e dificuldade de atingir o orgasmo. A cirurgia é simples e tranqüila, e ocorre como na labioplastia. A hipertrofia do clitóris não tem nada a ver com o hermafroditismo (hermafrodita), ao contrário do que muita gente pode pensar.

As mulheres freqüentemente convivem a vida inteira com esses problemas estéticos na vagina, sem saber que podem se livrar desse constrangimento com uma simples cirurgia plástica.

Então, se isso te incomoda, é legal procurar um médico, conversar com ele sobre a cirurgia de correção, e pedir uma indicação do que deve ser feito. Não adie esta decisão, pois se o problema mexe com sua auto-estima e pode ser resolvido, o melhor é correr atrás dessa solução.

sábado, 22 de novembro de 2008

Vagina: algumas coisas que você talvez precise saber


1. Ela tem a medida exata

Pense em um tablete do chocolate Prestígio. Pois esse é o tamanho médio da vagina, com cerca de 8 centímetros (da vulva ao colo do útero). Parece pequena? Que nada. Quando você fica excitada, ela aumenta para 10 ou 15 centímetros. E ainda: o diâmetro desse túnel mágico pode crescer dez vezes mais. Toda essa elasticidade é uma sábia artimanha da natureza para “abraçar” pênis de diferentes tamanhos e facilitar a saída do bebê no parto normal.

2. Preste atenção no comecinho...

Se você acha que só vai conseguir um orgasmo daqueles com um namorado de pênis grande, está na hora de rever seus conceitos. A maioria das terminações nervosas responsáveis pela sensação de prazer encontra-se no início da vagina — mais precisamente nos 5 centímetros iniciais. Ou seja: tamanho não é mesmo documento.

3. Ela manda sinais de S.O.S.

Alguma coisa não anda bem? A vagina envia mensagens claras para você: corrimento com características específicas. Pode ser mau cheiro, uma coloração acinzentada ou amarelada, acompanhado de coceira ou ardor ao urinar. Procurar um ginecologista é o melhor a fazer.

4. Mas tem corrimento que é normal

Se ele não tem cheiro nem provoca ardência ou coceira, provavelmente trata-se de uma secreção produzida por bactérias do bem. A vagina é povoada por versões boas desses “bichinhos” . Eles funcionam como um exército, impedindo que microrganismos ruins, os que causam infecções, apareçam.



5. É louca por um bom banho, mas sem exageros

"A vagina é um órgão autolimpante. Quando a flora (formada por bactérias boas) está em equilíbrio, o ácido lático a mantém livre da proliferação de microrganismos indesejáveis”, explica José Bento de Souza, ginecologista de São Paulo. Portanto, nada de usar sabonete demais.

6. Hum... Fazer sexo é a sua diversão preferida

Seja se masturbando, seja tendo uma deliciosa noite com o namorado, a estimulação sexual ajuda a deixar os músculos vaginais saudáveis e em forma. Sim, como quaisquer outros do corpo, eles precisam de exercício. “Mulheres que passam cerca de quatro meses sem transar sentem a diferença quando retomam a atividade, pois a vagina perde um pouco da elasticidade”, diz o ginecologista Eliano Pellini, de Santo André, SP.



7. Que vaidosa! Adora um espelho!

Você costuma usar um espelhinho para olhar sua vagina de perto? Não? Garota, isso é importante. Examinar a região genital, pelo menos de três em três meses, é uma ótima maneira de conhecer melhor o corpo e de perceber alterações que indicam se há algo errado. “Como a vagina é um órgão interno, as mulheres acabam tendo pouco contato com ela”, diz o dr. Eliano. Repare se há nódulo, inchaço, verruga ou qualquer outro tipo de lesão, o que exige uma visita ao médico.

8. Ela pode ficar muito molhada... ou pouco

Quando você está excitada, as paredes da vagina esquentam e começam a transpirar um lubrificante natural. Porém, assim como algumas mulheres suam mais do que outras durante a malhação, têm as que ficam mais molhadas lá embaixo — e as duas situações são normais.

9. Sabonete íntimo, usar ou não?

As farmácias estão cheias de produtos para a região genital, mas a opinião dos médicos não é unânime em relação ao uso deles. Enquanto alguns recomendam apenas sabonete neutro para evitar a desestabilização do pH vaginal, outros acreditam que o específico, por conter ácido lático, impede a proliferação de germes. Se está tudo bem lá embaixo, continue usando o seu de costume.

10. Cuide dela também fora de casa

Pintou um convite de última hora para sair com o gato e não dá para você tomar um banho antes? Dois tipos de produtos ajudam você em situações de emergência: os lencinhos umedecidos Intimus, da Kimberly-Clark, e a Hygine, da Igefarma, uma espuma de limpeza íntima que funciona como uma espécie de sabonete, mas não precisa de água. Porém, para ficar longe de irritações, a regra é pegar leve: nada de usar esses produtos toda hora.

11. Sua alimentação faz diferença

Derivados de leite, iogurtes e bebidas lácteas enriquecidos com lactobacilos colaboram para manter a flora vaginal protegida. Já o álcool diminui a imunidade do organismo, o que pode deixar a vagina propensa a infecções.

12. Lábios perfeitos? Nem na boca

Assim como um peito costuma ser diferente do outro, os lábios vaginais também não são iguais. Essas assimetrias, supernormais, não interferem no seu prazer ou na sua saúde.

13. Cuidados que sua vagina adoraria que você tomasse

1. Dormir sem calcinha.
2. Não usar meia-calça diariamente.
3. Não ficar com o biquíni molhado o dia inteiro.
4. Utilizar absorvente somente durante a menstruação e trocá-lo, no máximo, a cada duas horas. Sua vagina precisa respirar! Ao bloqueá-la, você cria um ambiente propício para a proliferação de bactérias do mal, facilitando uma infecção.
5. Usar camisinha - sempre!

14. Você pode ajudá-la a combater certos inimigos

Mais chato que candidíase, só candidíase de repetição. Esse corrimento, causado por um fungo, tem aspecto leitoso e provoca coceira. Muitas mulheres enfrentam o problema várias vezes por ano. Para prevenir recidivas, alguns médicos têm lançado mão da fitoterapia, mandando manipular óvulos vaginais à base de melaleuca, uma planta com poder anti-séptico. “No meu consultório, 90% das pacientes se vêem livres do incômodo”, revela o ginecologista José Bento.

15. Ela é dura na queda

Embora o papiloma vírus humano (HPV) possa se alojar na vagina, é raro que a lesão evolua para um câncer por ali. “O canal vaginal tem um tecido mais resistente que o do colo do útero”, diz Eduardo Tomioka, ginecologista de São Paulo. Quando há infecção por HPV na região, o tratamento é feito com cauterizações e aplicação de medicamentos. Não custa lembrar: 90% das contaminações acontecem por contato sexual com uma pessoa infectada. Os outros 10% são transmitidos via toalhas de banho, sabonetes...

16. Sim, ela pode fazer barulho durante a transa

E você não tem como evitar isso, pois o problema acontece por causa do estilo do seu latin lover. Dependendo da forma como ele a penetra, permite a entrada de um pouco de ar na vagina. Esse mesmo ar sai quando o pênis é retirado... fazendo aquele som.

17. O clitóris é o anjo da guarda dela

Além de proporcionar orgasmos de-li-ci-o-sos, essa pérola do prazer ainda cuida para que a penetração não seja dolorosa nem cause fissuras no canal vaginal. Catherine Blackledge, autora do livro A História da V — Abrindo a Caixa de Pandora (Degustar), diz que, quando o clitóris é estimulado, ocorre um aumento de fluxo sanguíneo na região, sobretudo na vagina. Assim, ela aumenta de tamanho e fica lubrificada, no ponto para ser penetrada de um jeito gostoso e seguro.

18. Você pode produzir até 2 colheres (chá) de corrimento por dia

Isso durante a ovulação. É que nesse período, que corresponde à metade do ciclo menstrual, a vagina fabrica um corrimento semelhante à clara de ovo. Ele serve tanto para “limpar” a casa, levando para fora células mortas ou outras impurezas da região, como para carregar os espermatozóides para dentro do útero.

19. Mas, sim, dá para fazer plástica

Se você se sente muuuito incomodada com a aparência da sua amiga mais íntima, saiba que existem cirurgias capazes de criar nova aparência a ela. A Labioplastia, por exemplo, corrige pequenos lábios volumosos demais. Normalmente, o médico simplesmente retira o excesso de pele. Já a Lipoaspiração do monte de Vênus acaba com o aspecto gordinho que algumas mulheres têm na região dos pêlos pubianos. Mas trata-se de uma intervenção puramente estética. Há, ainda, uma operação para diminuir e estreitar o canal vaginal. Os médicos, entretanto, a indicam apenas a mulheres que perderam o tônus muscular por causa da idade ou de gestações múltiplas.

20. Simular virgindade é uma roubada

Cremes que prometem deixar o canal da vagina mais “apertadinho”, a fim de aumentar o prazer dele, ressecam a mucosa. Culpa dos componentes adstringentes. A transa fica muito mais difícil, é a mesma coisa que fazer amor quando você não está excitada e não há lubrificação. O sexo a seco pode machucar a região e abrir portas para uma série de agentes infecciosos.

21. Seu namorado ama ficar dentro dela

Sim, os homens chegam a virar poetas quando descrevem o que é penetrar uma mulher. Falam que vão ao paraíso com a sensação morna, úmida, escorregadia e tão acolhedora que só a vagina pode proporcionar.
Estudo recente da Universidade de Nápoles, na Itália, mostrou: mulheres que optam pelo contraceptivo em forma de anel vaginal têm desempenho sexual mais satisfatório do que as que tomam pílula. Cientistas acreditam que, por precisar tocar a vagina e conhecer o próprio corpo, passam a lidar melhor com a sexualidade. (Fonte: Proibido. para. Garotos)

A vagina também envelhece
Dizem que o tempo é cruel. E apesar de acharmos que só a pele e os cabelos são afetados, a vagina também sofre alterações físicas e fisiológicas que interferem nas saúdes sexual e urológica. A queda do hormônio estrógeno altera a espessura do canal vaginal, tornando-o mais fino e causando fissuras durante a penetração, o que causa muito incômodo durante o sexo. O ressecamento e a perda da capacidade de se contrair também são consequências que surgem da redução hormonal.