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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Russo que vendeu virgindade se diz hétero e 'apaixonado' por Catarina Alexander afirmou que sua primeira noite só pode ser com uma mulher.


Russo que vendeu virgindade se diz hétero e 'apaixonado' por Catarina
Alexander afirmou que sua primeira noite só pode ser com uma mulher.
Jovem revelou que não ficará com dinheiro e que mãe não sabe do leilão.
Alexander Stepanov, 20, aceitou leiloar virgindade para se sentir mais seguro e confiante
(Foto: Divulgação/Virgins Wanted)

Alexander Stepanov, um rapaz nascido na Rússia, nunca teve facilidade em lidar com o sexo oposto. Enquanto os garotos mais precoces corriam para ver quem dava o primeiro beijo, o jovem russo sentia o coração disparar e começava a suar ao simplesmente falar com uma garota, o que fez com que chegasse casto aos 20 anos de idade. Na tentativa de “lutar contra seus demônios” e vencer a timidez, Alexander tomou uma decisão polêmica, que até agora permanece escondida da família: não perderia a virgindade, mas a colocaria a leilão.

Os lances foram encerrados no último dia 24 e, junto com o jovem russo, uma brasileira, chamada Catarina Migliorini, também colocou sua castidade à venda.

Enquanto a catarinense faturou mais de R$ 1,5 milhão, Stepanov atingiu “apenas” R$ 6 mil. Em entrevista ao G1, Alexander contou por que se envolveu no projeto, o que pretende fazer com o dinheiro e sobre uma aparente paixão que sente pela brasileira.

Ao se mudar para Austrália em 2007, o jovem russo queria ter a chance de mudar sua vida e, ao mesmo tempo, fazer alguma coisa pelos seus países de origem e destino. Fez cursos de inglês, de matemática, cultura australiana, quis servir ao exército - tudo para tentar ser confiante, “lutar contra seus demônios”.

Depois de saber que não poderia servir às forças armadas, Alexander se sentiu frustrado. “Voltei para casa e percebi que minha vida nunca tinha sido feliz. Nunca foi algo como ‘vou conseguir um trabalho, encontrar uma namorada e ser feliz. Nunca foi assim”, disse Stepanov por telefone, com um pesado sotaque russo.

'Quero que as pessoas saibam que sou heterossexual',
afirmou o russo (Foto: Reprodução)
Quando viu o projeto do documentário pela primeira vez, no fim de 2010, Alexander revelou que pensou que aquilo que estava sendo proposto não era correto. “Achei errado, não acho normal ou certo que as pessoas leiloem sua virgindade. Mas pensei: 'quer saber? Quero estar no documentário', porque sou uma pessoa com muitas histórias para contar e talvez isso mude a vida das pessoas”, apontou o jovem. “Tive uma experiência muito ruim em minha infância e, quando fiquei mais velho, não conseguia conversar com garotas”, relembrou. Como o diretor procurava voluntários que se encaixassem no seu perfil, Alexander se candidatou, e acabou chamado.

Dirigido pelo australiano Justin Sisely, o projeto “Virgins Wanted” faz parte de um documentário que mostra pessoas como Alexander, que nunca tiveram uma relação sexual. No entanto, o que chamou a atenção do público e da mídia ao redor do globo foi exatamente a proposta controversa de oferecer a oportunidade dos indivíduos leiloarem sua castidade online, para que pudessem se deitar com aquele ou aquela que pagasse mais. Como não existe uma maneira de comprovar a virgindade masculina, o rapaz precisou registrar em cartório um documento comprovando abstinência sexual.

Mãe não sabe do leilão
Quando questionado a respeito do que sua mãe pensava sobre tudo aquilo, Alexander narrou um fato que descreveu apenas como “engraçado”, explicando que ela sabe apenas parte da história. “Minha mãe me deu apoio e falou que, se eu quisesse fazer o documentário eu poderia, porque isso me ajudaria a lutar contra meus demônios, ser mais confiante. Mas ela não sabe que o documentário não é apenas sobre ser virgem, mas que é sobre um leilão. Ela não tem ideia de que houve um leilão e não quero que ela saiba”, pontuou Stepanov.

Logo após o fim do leilão, rumores indicavam que o comprador da virgindade do russo, identificado apenas como "Nene B." seria um homem - informação que foi confirmada posteriormente pelo diretor do documentário. Todavia, o russo não está disposto a ter uma relação sexual com uma pessoa do mesmo sexo, e, caso veja que não há saída, pensa até em desistir do projeto. “Não tenho nada contra, mas quero que as pessoas saibam que sou heterossexual. Não posso ter minha primeira noite com um homem. Creio que não conseguirei fazer isso, gosto de mulheres. Quero que as pessoas entendam e respeitem isso”, afirmou Stepanov. A boa notícia é que o segundo maior lance pela virgindade do jovem russo é de uma australiana, identificada como “Kasandra Darlinghurst”, e Alexander espera que seja feita uma substituição, e o reembolso do brasileiro vencedor.
Stepanov revelou que mãe ainda não sabe sobre leilão de sua virgindade (Foto: Reprodução)
Enquanto aguarda com nervosismo e tenta “não pensar sobre a primeira noite, que será muito em breve”, o jovem tomou outra decisão importante: ele não ficará com a quantia obtida com a venda de sua virgindade, e está disposto a dá-la à pessoa com quem passar a primeira noite. “Não vou ficar com o dinheiro, só estou fazendo o leilão por causa do documentário. Não sou um cara muito romântico, mas, se a pessoa quiser gastar tudo na primeira noite, pode ser. Não importa se são US$ 3 mil ou 100 mil, não vou ficar com o dinheiro”, decidiu.

'Gostaria de me relacionar com Catarina'

Alexander espera que o documentário e sua primeira relação sexual, mesmo que comprada, o ajudem a superar seus medos e traumas, e facilite seu relacionamento com mulheres. O tímido russo disse que não deseja ser rico, nem famoso, e que sua única fantasia é ser seguro e amar a pessoa com quem estiver se relacionando. Com risos nervosos e a voz enrolada pelo telefone, Stepanov revela sua única pretendente: Catarina, que terá sua primeira relação sexual com um japonês de 53 anos.

“Meu sonho... fico um pouco nervoso ao dizer isso, mas gostaria de me relacionar com Catarina, gosto muito dela. Fomos à praia há algumas horas, e passamos um ótimo tempo juntos. Em toda minha vida, nunca estive tão próximo de uma garota, e gosto muito dela, de verdade”, contou. Quando questionado se a brasileira teria as características ideais de sua garota dos sonhos, Alexander fica ainda mais encabulado, ri, faz silêncio ao telefone. Por fim, conclui: “ela é tão legal, tão bonita... gosto muito dela”, descreveu o russo, pouco antes de a bateria de seu celular acabar e interromper a conversa.
Alexander afirmou que gostaria de se relacionar com brasileira que também vendeu virgindade
(Foto: Divulgação/Virgins Wanted)

sábado, 12 de maio de 2012

Aos 70 anos, cantora se diz finalmente pronta para perder a virgindade


Uma cantora de cabaré que sempre esteve muito ocupada com a carreira e que não acredita em sexo antes do casamento. Por causa desses motivos, Pam Shaw chegou aos 70 anos e somente agora se diz pronta para perder a virgindade.
A cantora de cabaré Pam Shaw quer perder a virgindade aos 70 anos Foto: Reprodução de internet
- Meus padrões de exigência ainda são altos. Espero encontrar um cara alto, moreno, bonito e milionário. A hora é agora!Estou pronta para mergulhar de cabeça. Você nunca é velho demais para qualquer coisa. Basta olhar para Joan Collins - alfineta a cantora.

Apesar do nome artístico sugestivo - The Sexational Pam (algo como A Sexacional Pam) - e das roupas de palco ousadas, a cantora garante que nunca permitiu intimidades com os homens.
- No máximo um beijinho. Os homens me viam no palco e achavam que eu seria fácil, mas tudo aquilo era pela minha carreira - explica.

Pam diz que seus 70 anos não a impedem de mostrar que é jovem de coração. - As pessoas não acreditam quando eu digo minha idade. Acho que sou assim justamente porque nunca fui casada nem tive filhos.
Pam Shaw já foi assim... Foto: Reprodução de internet
Pela pose, dá para imaginar quantos homens não caíram aos pés da cantora Foto: Reprodução de internet



Extra Online
Com informações do site The Sun.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mulher afirma ter perdido a virgindade duas vezes graças a 'vagina dupla'


Mulher afirma ter perdido a virgindade duas vezes graças a 'vagina dupla'

Com duas vaginas, mulher conta ter perdido a virgindade duas vezes


Hazel Jones revelou em um programa matinal da ITV1 que sofre de uma rara condição médica: a britânica de 27 anos tem duas vaginas! Lado a lado...

O diagnóstico foi feito quando Hazel, que mora em High Wycombe (Inglaterra), tinha 18 anos, após problemas decorrentes da menstruação anormal e a intervenção do primeiro namorado sério dela, que notou "algo diferente".

A loura contou ter perdido a virgindade duas vezes e ter feito exame duplo de Papanicolau. Ela decidiu manter as duas vaginas, de acordo com reportagem do "Mirror".

Além das duas vaginas, Hazel tem dois úteros separados e dois colos de útero.
No início, contou Hazel, não era nada "engraçado". Mas, agora, ela se diz acostumada com a situação:


"É um quebra-gelo em festas. Se as mulheres querem ver, eu mostro tranquilamente. Não é algo que me embarace".

O Globo

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Coelhinha da playboy quer tirar a virgindade de jogador

Coelhinha da playboy Heather Knox quer tirar a virgindade de jogador americano
Tim Tebow disse que quer chegar virgem ao casamento e virou alvo da modelo

foto: Reprodução
Heather Knox
O jogador Tim Tebow, de 24 anos, é a nova sensação do futebol americano. E não só pelo que vem fazendo em campo pelo Denver Broncos. O jogador, cristão fervoroso, faz campanha anti-aborto e garantiu que tentará chegar ao casamento virgem.

Ele só não contava com a coelhinha da playboy Heather Knox, que em entrevista a uma revista especializada no esporte garantiu que está de olho no jogador.

"Só ouvi coisas extracampo sobre ele recentemente. Eu sabia que ele era bonito, então foi nisso que eu reparei primeiro. Depois eu ouvi falar sobre o lado pregador e as coisas religiosas dele. Só ontem descobri que ele pode ser virgem, e é excitante, eu acho", disse Heather, que logo foi perguntada sobre a possibilidade de "estrear" Tebow.

"Bem, não estou dizendo que eu não faria. Que tal?"


Fonte: gazetaonline.globo.com

domingo, 24 de julho de 2011

Mulher põe cola na vagina para enganar o noivo

Parou no Hospital 
Mulher põe cola na vagina para enganar o noivo

Ela queria fazer o noivo acreditar que era virgem e
 foi parar no hospital com a vagina colada
Uma mulher de 22 anos, que mora na zona sul do Rio de Janeiro (RJ), tomou uma atitude irresponsável, ao inserir cola dentro da vagina com a intenção de ludibriar o noivo, tentando se passar por virgem.

Durante a relação sexual, o noivo não conseguiu consumar o ato e desconfiou que algo de errado estivesse acontecendo com a noiva, pois o órgão da garota estava completamente fechado. “Eu achei que ela tivesse algum tipo de problema”, disse o noivo da jovem.

A descoberta de que a garota estaria com a vagina colada aconteceu quando ela própria resolveu revelar, ao se desesperar por não conseguir urinar.


A jovem foi levada as pressas para o hospital, e atendida imediatamente pelos médicos de plantão de um hospital na zona sul do Rio, e passa bem. A vagina foi descolada.

g17.com.br

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dor e sangramento na primeira relação sempre ocorre?

Necessariamente a menina sente dor na primeira relação sexual?

Não. Muitas vezes, o hímen bloqueia a entrada do pênis na vagina o suficiente para que o hímen tenha um rasgo na primeira relação e muitas vezes isso é doloroso. No entanto, o hímen de uma mulher pode ser tão delicado e pode ter sido arrancado muito antes da primeira relação sexual ou pode esticar e não rasgar de todo, ou pode não ser dolorosa em ambos os casos.

Além disso, uma mulher pode estar tão distraída com a emoção e o sentimento no momento que ela pode não perceber a sensação dolorosa, como negativa.

As mulheres também podem sentir dor durante a relação sexual - particularmente a primeira relação sexual - a partir de lubrificação inadequada, relaxamento ou excitação. Mas com um parceiro sensível e um sentimento adequado de conforto e carinho a mulher pode desfrutar da grande prazer em suas relações sexuais.


A primeira vez pode ser ótima

Sabe aquela sensação de que alguma coisa vai doer? Pois é, pode doer mesmo, e sangrar também. E ainda assim a grande maioria das meninas quer fazer. Mesmo com esses "probleminhas", o sexo é bom e praticá-lo é muito saudável. O sexo faz bem para o corpo, emagrece, melhora o humor... Para ter todas essas vantagens e não sofrer nenhuma das complicações que ele pode trazer, você precisa estar preparada e segura, desde a primeira vez.


A primeira relação precisa ser feita com carinho, sem pressa. Para não ser traumatizante nem ruim, a primeira vez (e todas as outras também) precisa ser com alguém por quem se sente afeto e carinho e com muita paciência. E, claro, deve ser feita com toda a segurança (ou seja: camisinha) e somente quando você se sentir segura e pronta.

Abuse dos amassos...
Para evitar, ou minimizar, as dores da relação, os "amassos" são uma arma quase infalível. Segundo a ginecologista e especialista em sexualidade Glene Faria, durante as preliminares a excitação faz com que a vagina fique mais lubrificada, permitindo que o pênis penetre mais facilmente. Se a lubrificação ainda não for suficiente, em qualquer farmácia você pode comprar um lubrificante substituto. Não deixe de consultar seu médico antes de usar qualquer um deles, porque existem muitos e é preciso saber qual o mais indicado.

Se você ainda não se sente segura, deixe para outra dia, em outra hora. O nervosismo pode causar a contração dos músculos da vagina e aumentar a sensação de dor. "Mas sentir dores é muito natural", diz a Dra. Glene. Com o tempo e a prática, a dor tende a diminuir - e o prazer a aumentar.

"Se eu não sangrar eu não sou virgem?"
Não pode existir mentira maior do que essa no que diz respeito ao sexo. O sangramento acontece porque o hímem, uma membrana fina que as mulheres têm na vagina, pode se romper durante a penetração. Mas muitas mulheres têm o chamado "hímem elástico", que não se rompe facilmente.

Outras têm a membrana um pouco mais resistente, que se rompe aos poucos. Por isso, sangrar na primeira transa não é prova de virgindade. Aliás, segundo a Dra. Glene, menos da metade das mulheres sangra na primeira vez!

Cuidados
É aconselhável que as meninas consultem um ginecologista a partir dos 11 anos, ou desde a primeira menstruação. Mas a visita não pode ser forçada. É preciso ter confiança no médico, para poder perguntar e conversar com liberdade. O ginecologista vai poder esclarecer todas as suas dúvidas e orientar sobre como usar aquela peça fundamental em qualquer transa: a camisinha.

Não tem como escapar: toda relação sexual, a primeira, a segunda ou qualquer outra, precisa de camisinha. Além de proteger contra a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, ela também protege você contra uma gravidez indesejada. E é possível, sim, engravidar na primeira relação. Desde que o corpo da mulher esteja preparado, isso é, desenvolvido o suficiente, ela pode engravidar ao ter uma relação sexual.

Se você estiver preparada, consciente do que está fazendo e com o parceiro certo, tem tudo para conseguir o melhor possível da sua relação. E você estará pronta para a próxima, e a seguinte, e mais outra...
 Laura Naime / Redação Terra 

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Índia: 'Testes de virgindade' em noivas provocam polêmica


Testemunhas que acompanharam um casamento em massa organizado no mês passado pelo governo do Estado de Madhya Pradesh, no centro do Índia, estão acusando as autoridades de ter obrigado as noivas a passar por testes de virgindade.

Muitas das mulheres que participaram da cerimônia reclamaram, dizendo que se sentiram humilhadas e com vergonha por ter sido examinadas.

O caso levou a Comissão Indiana para Mulheres a pedir explicações do governo estadual.

As autoridades, no entanto, negam as alegações e dizem que as noivas foram examinadas apenas para verificar se alguma delas estava grávida.

A virgindade das noivas é valorizada na Índia e o sexo antes do casamento é visto com reprovação por boa parte da população.

"Presente"

De acordo com os relatos, as jovens que se inscreveram para o casamento em massa na cidade de Shahdol, 600 km distante da capital regional, Bhopal, souberam do exame quando chegaram ao local da cerimônia.

Quase todas as noivas vieram de famílias pobres, de regiões tribais.

Testemunhas dizem que elas se enfileiraram antes do exame minucioso, que foi feito por uma médica.

Várias mulheres afirmaram que funcionários lhes disseram que não receberiam presentes de casamento no total de cerca de US$ 132 se não fossem examinadas.

Evento comum

Mas a administração local diz que mais candidatas do que o previsto apareceram no local e muitas delas não tinham documentos e "pareciam suspeitas".

Ainda de acordo com integrantes do governo do Estado, os testes de gravidez teriam sido introduzidos depois que uma noiva deu à luz durante um casamento em massa.

Esses eventos, geralmente organizados por entidades de assistência social, são comuns na Índia, onde o costume da noiva pagar um dote em dinheiro é tradição.

O Estado de Madhya Pradesh faz os casamentos em massa desde 2006 para ajudar noivas mais pobres a se casarem.

13/07/2009 - ( - BBC)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Romena elogia 'comprador' de sua virginidade: 'Parecia jovem'


Foto: Reprodução

(Foto: Reprodução)


foto: Reprodução
Quero um homem gentil, respeitoso e generoso, diz Alina no anúncio
Quero um homem gentil, respeitoso e generoso, diz Alina no anúncio
A romena Alina Percea, de 18 anos, que estava leiloando sua virgindade na internet, aceitou uma oferta de 8,8 mil libras (cerca de R$ 28 mil), segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".

O vencedor do leilão foi um italiano de 45 anos. Além dos R$ 28 mil, o empresário de Bolonha pagou as despesas para a jovem viajar até Veneza, onde eles passaram uma noite em um hotel de luxo.

Alina, que fez dois exames para comprovar que era virgem, disse que gostou do homem. "Ele não parecia ter 45, parecia ser muito mais jovem", afirmou ela, segundo o "Daily Mail".

A jovem contou ainda que eles se comunicaram em inglês, já que ela não falava italiano e ele, romeno. "Ele me fez um monte de elogios ao longo do dia. Ele foi muito engraçado e charmoso", afirmou Alina, destacando que ficou satisfeita pelo empresário italiano ter sido o vencedor do leilão.

O lance vencedor, no entanto, foi inferior ao estipulado inicialmente. Quando decidiu leiloar sua primeira vez, com o objetivo de pagar seus estudos, Alina Percea disse que esperava alcançar um lance de 50 mil libras (R$ 160 mil).

Outros casos

Em 2007, a britânica Carys Copestake, de 18 anos, vendeu sua primeira vez por 10 mil libras. Quatro anos antes, outra britânica, a estudante Rosie Reid, de 18 anos, leiloou sua virgindade pela Internet por 8.400 libras para pagar os estudos.

No ano passado, a jovem norte-americana que usa o pseudônimo de Natalie Dylan também decidiu leiloar publicamente sua virgindade para pagar seus estudos. Ela chegou a dizer que já tinha recebido uma oferta de US$ 3,7 milhões.

Em setembro, quando decidiu leiloar a virgindade, a estudante disse que esperava que as ofertas chegassem a US$ 1 milhão. Natalie Dylan disse que foi persuadida a colocar a virgindade à venda depois que sua irmã Avia, de 23 anos, pagou seus estudos ao trabalhar como prostituta por três semanas.

http://g1.globo.com/

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Paternidade aos 13 anos posta a prova. Outros adolescentes disseram ter tido relações com a namorada do garoto.

‘Farei o exame de DNA para calar a boca das pessoas’, diz menino que virou pai
Dois adolescentes disseram ter tido relações com a namorada do garoto.
Pais da menina afirmaram que ela perdeu a virgindade com Alfi
e.



Após dois rapazes dizerem abertamente que tiveram relações sexuais com Chantelle Steadman, de 15 anos, Alfie Patten garantiu que é o pai de Maisie Roxanne, que nasceu na última segunda-feira (9). E o garoto ainda disse que fará exame de DNA mesmo sem saber ao certo o que isto significa para "calar a boca" dos outros jovens.

Alfie ganhou destaque na mídia inglesa e internacional ao ter virado pai aos 13 anos. Com corpo e voz de menino, ele aparece com destaque em reportagem publicada pelo jornal inglês ‘The Sun’ na sexta-feira (13).

No fim de semana, o site do “News of the World” publicou dois relatos de jovens britânicos, também menores de 18 anos, dizendo que haviam tido relações com Chantelle. “Todos meus amigos disseram que a menina tem os meus olhos”, afirmou Richard Goodsell, de 16 anos, que disse ter transado com a jovem por três meses. “Não usamos camisinhas e depois descobri que ela estava saindo com mais rapazes. Para ser sincero, qualquer um pode ser o pai.” Já Tyler Barker, de 14 anos, garantiu que dormiu com Chantelle na cama dela. “Eu espero que não seja eu o pai”, falou.

Un adolescent britannique de 13 ans vient de devenir l'un des plus jeunes pères qu'ait connu le Royaume-Uni, a révélé vendredi le quotidien The Sun.

Alfie, pai aos 13 anos, mas com cara de 7


Os pais de Chantelle garantiram que a filha perdeu a virgindade com Alfie e que ambos só tiveram uma relação sexual.

Falando em sua casa em Hailsham, East Sussex, Alfie chamou os rapazes que reclamam da paternidade de “estúpidos” e disse não ter receio do exame de DNA, apesar de, primeiramente, perguntar para a mãe o que era este exame.

“Os outros meninos estão mentindo, dizendo coisas ruins, como que eles dormiram com a Chantelle também”, afirmou ele para a “The People”. “Mas eu sou o único namorado que ela teve e estamos juntos há dois anos. Então, eu devo ser o pai. Quando ela descobrir que estava esperando um bebê, eu perguntei a ela: ‘Eu sou o pai?’ E ela disse: ‘Sim’. Eu acredito nela”, afirmou.

“Eu não sabia sobre os testes de DNA antes, mas minha mãe explicou que eles colocam um cotonete na sua boca e daí dizem que você é o pai ou não”, disse. “Então, se eu tiver feito, eles poderão calar a boca. Mas eu realmente não ligo para o que as pessoas dizem, mas não gosto das coisas ruins que estão falando da Chantelle.”

Un adolescent britannique de 13 ans vient de devenir l'un des plus jeunes pères qu'ait connu le Royaume-Uni, a révélé vendredi le quotidien The Sun.

Outros rapazes reivindicam a paternidade. Alfie confia em Chantelle

A “The People” ainda fez outras perguntas para Alfie, que disse ainda não gostar de matemática e que ele levou uma bronca da mãe enquanto brincava com o cão bulldog.

Você ama Chantelle?

“Sei lá”

Você enviou a ela um cartão de Dia dos Namorados?

“Não”

Você sabia como eram feitos os bebês antes de ter relação sexual com Chantelle?

“Claro”

O que você pretende ser quanto crescer:

“Ir para o Exército, mas minha mãe disse que não vai deixar eu ir”

Fonte: G1

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Leilão da virgindade pela internet: americana recusou US$ 1,5 milhão de brasileiro

Ela diz que rejeitou a proposta por não saber se a prostituição é ilegal no Brasil. Lances já ultrapassam US$ 3,8 milhões

Natalie Dylan, a norte-americana de 22 anos que está leiloando sua virgindade pela internet, recebeu um lance vindo do Brasil. “Ele me ofereceu US$ 1,5 milhão. É um dos maiores lances que já recebi!”, disse Natalie a ÉPOCA. “Mas ele queria que eu fosse até o Brasil. Acho que isso seria contra a lei.” Informada sobre a legalidade da prostituição no Brasil, Natalie reconsiderou. “Ah, é? Vou pesquisar melhor." 

 Divulgação
LEILÃO - A primeira noite de Natalie Dylan vale 
US$ 3,8 milhões, por enquanto

Até agora, mais de dez mil homens enviaram lances. Natalie os recebe por e-mail. Ela separa os lances mais altos e começa uma conversa com os pretendentes pela internet. Ela diz que não fará sexo necessariamente com aquele que pagar mais alto. A escolha dependerá da “química” entre eles. Também vai depender de uma ficha criminal limpa e de exames de sangue comprovando a ausência de doenças sexualmente transmissíveis. Natalie, por sua vez, diz já ter posto sua virgindade à prova ao passar por dois detectores de mentira. Ela afirma que se submeteria a um teste ginecológico caso o vencedor do leilão exija. 

O lance mais alto, até agora, é de US$ 3,8 milhões (cerca de R$ 9 milhões), dado por um australiano. Natalie, uma mulher atraente e bem articulada, afirma ter tido dois namorados. “Claro que ficamos íntimos de algumas maneiras, mas eles foram legais e tiveram paciência comigo”, disse. No ano passado, lendo artigos sobre a relação econômica entre a virgindade e a prostituição, Natalie esbarrou no caso da modelo peruana Graciela Yataco. Em 2005, Graciela leiloou sua virgindade alegando que precisava do dinheiro para comprar remédios para seus país. Recebeu propostas de até US$ 1,5 milhão por sua primeira experiência sexual, mas acabou desistindo. “Achei uma grande oportunidade de negócio”, disse Natalie. 

Outra inspiração foi sua irmã que, aos 21 anos, trabalhou três semanas num bordel para pagar seus estudos. “Eu sou pró-escolha”, disse Natalie. “Acho que homens e mulheres devem fazer o que quiserem com seus corpos”. 


As duas irmãs fizeram faculdade juntas, num curso de graduação em ciências sociais voltado para o univeso feminino. Ela afirma ter crescido numa família de situação financeira boa, até que seu padrasto “extorquiu todo o dinheiro”, deixando-as na bancarrota. “Isso definitivamente contribuiu para que nós aceitássemos nos prostituir. Eu não cresci querendo ser uma prostituta, mas também nunca vi a coisa negativamente”. Natalie diz que quer o dinheiro para fazer um mestrado em terapia familiar e conjugal. 

O caso de Natalie mobilizou a mídia de todo o mundo. Ela já deu entrevistas nos canais de TV mais importante dos EUA e sentou-se no sofá do talk show da ex-modelo Tyra Banks. “Isso virou um American Idol da virgindade, todo mundo está literalmente votando para me dizer o que eu devo fazer”. Ela ainda pensa em transformar a experiência num livro - acadêmico. “O que está acontecendo é ótimo para os meus estudos”. 

E o dia seguinte? O que mudará na vida de Natalie quando sua castidade tiver sido negociada? “No dia seguinte vou comer sushi com meus amigos”, disse Natalie, rindo. “Eu poderei proporcionar um nível maior de conforto para mim. Isso não quer dizer que serei uma pessoa melhor ou mais feliz. Só vai mudar esse pequeno aspecto: o conforto." 

Quando perguntada se desistiria do leilão, como fez a modelo peruana Graciela, Natalie acha que talvez já tenha ido longe demais para voltar atrás. “Querem levar minha história para o cinema, só pela comoção. Obviamente, meu objetivo não era fazer sexo num bordel, mas me tornar estável financeiramente”. Diante do sucesso mundial e das propostas de negócio que não envolvem sexo, Natalie pondera se deve realmente ir para a cama por uma verdadeira fortuna. “Ainda estou avaliando o quanto podem oferecer pela minha história. É claro que eu não seria boba de vender a virgindade se eu não precisar do dinheiro". 


Fonte: Revista Época

MARCELO ZORZANELLI

sábado, 15 de novembro de 2008

Qual o segredo para fazer o sexo anal sem sentir tanta dor?


Qual o segredo para fazer o sexo anal sem sentir tanta dor?

O maior segredo é estar realmente a fim. Você quer? Sente mesmo vontade? Ou está apenas cedendo para agradar ao parceiro? A gente precisa, antes de tudo, investigar as nossas expectativas e os nossos desejos em relação a essa prática. Após avaliar se quer ou não quer, aí, sim, é hora de pensar em técnicas para ser cada vez mais prazeroso. Afinal, sexo deve ser sinônimo de prazer, não é?

Uma parcela das mulheres relata sentir uma enorme excitação pela prática anal. Isso se deve ao fato de o ânus ser uma região cheia de terminações nervosas e sensível às carícias. Ou seja, é possível sentir, sim, muito prazer com o sexo anal. Para isso, a mulher precisa estar extremamente relaxada. Se ficar tensa, vai acabar contraindo a musculatura e deixando tudo mais difícil.

O ideal é partir para a prática anal depois de muitas preliminares: beijos, abraços, carícias por todo o corpo, sexo oral... Tudo para que a mulher fique bastante excitada. É dessa maneira que o corpo feminino se prepara para o sexo anal.

A prática requer alguns cuidados especiais. O primeiro deles é a nossa velha conhecida: a camisinha! Ela é IMPORTANTÍSSIMA! A prática anal é a modalidade sexual que mais transmite o vírus da Aids e de outras doenças. Ou seja, sem prevenção, não dá.

Um detalhe: o preservativo deve ser trocado se o casal resolver partir para a penetração vaginal após a anal. Isso porque as bactérias que habitam o ânus podem causar uma série de infecções caso sejam transportadas pelo pênis para a vagina.

O próximo cuidado é o uso de lubrificantes. O ânus não é tão elástico quanto a vagina nem produz uma lubrificação natural como ela. Por isso é preciso utilizar algum gel à base de água, vendido em farmácias, para amenizar o atrito do pênis.

Há também uma técnica, divulgada em congressos de sexualidade de todo o país. Consiste em começar a prática com carícias no ânus, depois a introdução do dedo e, só mais tarde, o pênis. Dessa forma, a musculatura anal relaxa, facilitando a penetração.

São vários os segredos, não é? Mas o principal continua sendo o primeiro de todos: você precisa estar a fim. Assim, tudo fica muito mais gostoso. 


Fonte: www.tudoagora.com.br

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Na europa noiva perde marido por não ser virgem; promotor apela


A virgindade ainda é importante?

Noiva perde marido por não ser virgem; promotor apela

A Promotoria pediu nesta segunda-feira a uma Corte de apelação francesa que descarte a anulação de um casamento, que terminou porque a noiva mentiu a seu futuro marido dizendo que era virgem. De acordo com os promotores, a anulação discrimina as mulheres.

A decisão tomada em 1º de abril por uma Corte de Douai, que anulou a união de um casal muçulmano, causou alvoroço no país.

Alguns críticos alegaram que a decisão foi um sinal de que os valores seculares da França estão perdendo terreno frente às tradicionais culturas das comunidades imigrantes, que crescem rapidamente.

Eric Vaillant, da Corte de apelações no norte do país, disse que os promotores insistiram em que a decisão fere o princípio de igualdade entre os sexos e a própria dignidade humana e que, inclusive, ameaça a ordem pública. A decisão da Corte sobre o caso deve ser tomada em 17 de novembro.

sábado, 9 de agosto de 2008

É cedo para sexo, diz judoca olímpica de 18 anos

Sarah Menezes, a guerreira nordestina


“Ainda é cedo para sexo”, diz judoca olímpica de 18 anos
Aos 18 anos, Sarah Menezes assume a virgindade "como opção" e diz que agora só pensa em Olimpíadas. Entre suas adversárias, uma lenda do esporte: a japonesa heptacampeã mundial e bicampeã olímpica Ryoko Tani

Valmir Storti

Sarah treina com companheiros de equipe no JapãoA judoca Sarah Menezes já sabe exatamente o que vai fazer a partir do próximo domingo na Vila Olímpica, quando já terá encerrado sua participação na busca pelo ouro olímpico na categoria peso ligeiro: "Depois da competição vamos comemorar, conhecer a Vila, tirar fotos, comer o que quiser. Fazer de tudo". Tudo, menos uma coisa: namorar. “kkkkkkkkkk”, responde por escrito a ÉPOCA, via MSN, na linguagem digital dos jovens de sua idade. “Não tenho namorado ainda não, viu? Quando eu tiver, quem sabe. Heehe. Está muito cedo para isso”, escreveu, na véspera de seu dia de competição em Pequim, neste sábado.

O que é "muito cedo" para ela, em um mundo em que é comum ter a primeira relação sexual antes da maioridade? Aos 18 anos, completados em março, Sarah assume sem complexo a virgindade. "Pois é... Mas minha mãe me deu juízo. Não é certo uma criança ter relação sexual. Na minha opinião, uma criança deve estar na escola, estudando." O repórter pergunta qual idade ela acredita ser a apropriada. "Haha. Mas você não acha que 14 anos é novo para isso?"

Sarah fica tímida com as perguntas ("Tenho que responder isso?"), mas não foge do assunto. "É uma opção pessoal. Opção." Diz que não se trata de resguardar-se para o casamento, como o jogador do Milan e da seleção de futebol Kaká dizia ter feito. "Não. Sou muito nova para pensar nisso. Tenho que crescer mais e estudar muito para ter uma vida melhor. Minha mãe me ensinou a ser uma menina educada, uma boa menina – educada, estudiosa, carinhosa." Carinhosa fora do tatame, claro.

Ela tem outras prioridades. A judoca estuda – e muito, em colégio particular. Sem pagar mensalidade graças à ajuda de seu treinador, Expedito Falcão. Há cinco anos, Falcão procurou o Colégio Certo, em Teresina, para que fornecesse à judoca uma bolsa de estudos. "O Expedito chegou à escola, mostrou meu currículo, e o melhor é que os diretores acreditaram e me testaram. Fiquei um ano, e no ano seguinte só fizeram renovar minha matrícula. Até agora estou lá”, conta Sarah.

Sarah conversou com ÉPOCA via MSN durante a cerimônia de abertura. Como suas lutas ocorreriam no sábado (a partir da 1h da madrugada, hora de Brasília), ela não pôde ir ao Ninho do Pássaro. Ela está impressionada com a Vila Olímpica. "Nossa, muito louco. Menino, aqui tem de tudo. Vou voltar obesa. Eu estou tão magrinha. Temos Coca-Cola... É só passar na máquina e tirar quantas quiser, mas isso só vamos fazer depois que estivermos com a medalha no peito. Heheh. O que chamou minha atenção foi a quantidade de pessoas, de comida. A beleza da vila, com tanta coisa linda. A estrutura... Tudo." Sarah teclava de seu laptop, dentro da Vila Olímpica, em um espaço com conexão sem fio. Garantiu que acessar a internet não prejudica sua concentração. "Não, só se o atleta quiser. Quem veio para competir está bem. Os outros estão se divertindo até demais. Eu vim com um objetivo: competir bem."

A rotina da judoca olímpica piauiense de 48 quilos é cheia de obstáculos diários. Ela acorda todos os dias às 5h45 da manhã, toma banho, café da manhã reforçado, com leite, café, cuscuz, frutas e pão. Vai para o colégio e estuda até 12h35, com duas paradas para lanche, e em seguida vai para a musculação. Almoço? Só depois disso. “Sempre no almoço eu vou no shopping e como sushi. Adoro sushi. Às vezes almoço comida, mesmo”, diz. Sarah volta para casa às 15 horas, toma banho, descansa e estuda. Às 19 horas tem treino técnico de judô. Suco, toma várias vezes, durante o dia todo. "Adoro suco. Sempre tomo suco. Pela manhã, na escola, à tarde, no lanche... de qualquer fruta." Volta para casa às 23h40, toma banho, faz um lanche e dorme. Às 5h45 ela vai acordar e começar tudo de novo.

O mestre Expedito Falcão está em Pequim com sua pupila. A relação entre eles é muito forte, e a todo momento Sarah o cita ao longo da entrevista. Está ansiosa? “Um pouco, mas o melhor é que estou bem tranqüila. Estou me sentindo muito bem. Sei que estou bem preparada. Treinei tudo com meu treinador. Estudamos todas as minhas adversárias. Estudamos tanto que ele adivinhou minha primeira luta, contra a húngara Eva Csernoviczki. Passando por ela, enfrento a romena Alina Dumitru. E nós estudamos muito elas duas. Tenho certeza de que vai dar tudo certo.” Algum trabalho específico para garantir essa tranqüilidade? “Conversei muito com o Expedito, meu treinador.” Ele está em Pequim? “Ele está aqui, sim. Ele sempre me diz que tenho que ter calma na luta. Lutar com tranqüilidade, porque sou forte e dá para ganhar de todas elas.” Isso passa segurança? “Muita segurança. Adoro quando ele está pertinho, quando eu estou lutando. Quando escuto as instruções dele fico mais segura e mais confiante.”

Apesar da pouca idade, seu objetivo é nada menos que a medalha de ouro. Sarah é uma lutadora agressiva, que não luta nem como destra nem como canhota, pois desde sempre foi treinada como ambidestra, com entradas fortes de golpes para ambos os lados, seja com as mãos – morote-seoi-nague [morotê-seoi-naguê] é o seu forte – ou, em outras palavras, com entrada de pernas. “Eu tenho golpe para os dois lados. Onde eu pego, eu entro. Dou um ataque forte. Meu judô é estilo japonês. Eu tenho uma característica boa. Sei lutar nos estilos japonês e europeu. Meu treinador me ensinou, o Expedito.”

Além do físico, ela cuida também da mente. Pragmática, está no terceiro ano do ensino médio e deseja fazer educação física, pois já está na área. Mas quer fazer também veterinária, em seguida, pois gosta muito de animais, principalmente de cachorros. Diz que, apesar de gostar de ajudar seu técnico nas aulas de judô com as crianças, não pensa em abrir uma academia após encerrar a carreira de atleta. Revelou no questionário ter gostado muito do livro Transformando Suor em Ouro, do técnico Bernardo Rezende, do vôlei, “porque esse tipo de livro dá motivação, superação nos treinos do meu dia-a-dia”. Tem lido algo? “Sim. Estou lendo Tudo ou Nada, do Roberto Shinyashiki (guru de auto-ajuda). Antes de eu embarcar para o Japão para o final da preparação para os Jogos, minha irmã falou que era bom eu ler esse livro. Ela se chama Sâmia.”

Ela necessitará realmente de muita motivação para ficar com o ouro, já que, se vencer suas lutas classificatórias, enfrentará nas semifinais a japonesa Ryoko Tani, de 33 anos, que está em sua chave. Sarah diz ter grande respeito pela adversária, um mito do judô. “Eu admiro muito essa atleta, porque ela tem um talento surpreendente. Ela é sete vezes campeã mundial, tem quatro Olimpíadas nas costas, sendo que foi finalista em todas e venceu duas. Podemos nos enfrentar nas semifinais. Estou preparada para lutar com qualquer uma. Fui treinada para isso”.

Fonte: Revista Época

domingo, 22 de junho de 2008

Muçulmanas se submetem a cirurgia para recuperar virgindade


Muçulmanas na Europa apelam para operação para recuperar virgindade

Por ao menos US$ 2.900 e em 30 minutos, cirurgia pode ser chave para nova vida.
Procedimento vira tema de comédia e também vai parar nos tribunais.


A operação na clínica particular perto de Champs-Elysées envolveu um corte semicircular, dez pontos dissolventes e uma taxa reduzida de US$ 2.900.

Mas, para a paciente, uma estudante francesa de Montpellier, com 23 anos e ascendência marroquina, o procedimento de trinta minutos representou a chave para uma nova vida: a ilusão da virgindade.

Como um crescente número de mulheres muçulmanas na Europa, ela fez uma himenoplastia, uma restauração do hímen, a fina membrana vaginal que se rompe normalmente durante o primeiro ato sexual.


“Na minha cultura, não ser virgem é o mesmo que ser suja”, diz a estudante, deitada em uma cama de hospital enquanto esperava pela cirurgia. “Hoje, a virgindade é mais importante que a vida.”

À medida que cresce a população muçulmana da Europa, muitas jovens muçulmanas se vêem entre as liberdades oferecidas pela sociedade européia e as tradições profundamente enraizadas nas gerações de seus pais e avós.

Ginecologistas relatam que, nos últimos anos, mais mulheres muçulmanas têm procurado por certificados de virgindade.

Isso, por sua vez, tem criado uma demanda entre cirurgiões plásticos para restauração do hímen, que, quando feita corretamente, dizem eles, não pode ser detectada e produzirá o tão esperado sangramento vaginal na noite de núpcias. O serviço é largamente anunciado na internet; pacotes de turismo médico são disponibilizados para países como a Tunísia, onde é menos caro.

“Se você é uma mulher muçulmana crescendo em sociedades mais abertas na Europa, existe uma grande chance de acabar fazendo sexo antes do casamento”, diz o doutor Hicham Mouallem, que tem consultório em Londres e realiza a operação. “Então se você está pensando em se casar com um muçulmano e não quer problemas, você tentará recapturar sua virgindade.”

Não há estatísticas confiáveis à disposição, porque o procedimento é feito basicamente em clínicas particulares e sem a cobertura de planos de seguro financiados por impostos.

Mas a reparação do hímen é tão falada que se tornou assunto de uma comédia em filme. “Corações de Mulheres”, como ficaria o título do filme traduzido para o português, conta a história de uma mulher nascida no Marrocos e vivendo na Itália, que faz uma viagem para Casablanca para a operação.

Um personagem brinca que ela quer zerar a contagem de seu hodômetro.

“Nós percebemos que o que pensávamos ser uma prática esporádica era, na verdade, algo muito comum”, diz Davide Sordella, o diretor do filme. “Essas mulheres podem viver na Itália, adotar nossa mentalidade e usar jeans. Mas nos momentos que importam, elas nem sempre têm força para ir contra sua cultura.”

O assunto foi particularmente problemático na França, onde ocorreu um feroz e renovado debate sobre um preconceito que deveria ter sido enterrado com a revolução sexual do país há 40 anos: a importância da virgindade da mulher.

O furor seguiu a recente revelação de que uma corte em Lille, no norte da França, havia anulado o casamento entre dois muçulmanos franceses porque o noivo descobriu que sua esposa não era a virgem que havia prometido ser.

O drama doméstico parou a nação. O noivo, um engenheiro não-identificado de trinta e poucos anos, deixou a cama nupcial e anunciou aos convidados do casamento (que ainda se divertiam na festa) que sua noiva havia mentido sobre seu passado. Ela foi entregue na mesma noite à soleira da porta de seus pais.

No dia seguinte, ele consultou um advogado sobre a anulação do casamento. A noiva, então uma estudante de enfermagem na casa dos 20 anos, confessou ao tribunal e concordou com a anulação.

O veredicto da corte não mencionou religião. Em vez disso, citou quebra de contrato, concluindo que o engenheiro a havia desposado depois que “ela havia sido apresentada a ele como solteira e casta”. Na França secular e republicana, o caso toca em diversos assuntos delicados: a intrusão da religião na vida cotidiana; os fundamentos para dissolução de um casamento; e a igualdade dos sexos.

Houve pedidos ao parlamento neste mês para a demissão de Rachida Dati, ministra de justiça da França, depois de ela inicialmente apoiar o veredicto. Dati, que é muçulmana, voltou atrás e ordenou uma apelação.

Feministas, advogados e médicos avisaram que a aceitação da corte pela centralidade da virgindade no casamento encorajaria mais francesas muçulmanas a ter seus hímens restaurados. Mas há muita discussão sobre se o procedimento é um ato de liberação ou de repressão.

“O julgamento foi uma traição às muçulmanas francesas”, diz Elisabeth Badinter, escritora feminista. “Isso passa a essas mulheres uma mensagem de desespero, ao dizer que a virgindade é importante aos olhos da lei. Mais mulheres dirão a si mesmas, ‘Meu Deus, não vou correr esse risco. Vou recriar minha virgindade.’”

O apuro da noiva rejeitada persuadiu a estudante de Montpellier a realizar a operação.

Ela insistiu que nunca havia feito sexo e que só descobriu que seu hímen estava rompido quando tentou obter um certificado de virgindade para dar de presente a seu namorado e sua família.

Talvez seja como ela tenha dito — que sangrou depois de um acidente em um cavalo quando tinha 10 anos.

O trauma ao perceber que ela não podia provar sua virgindade foi tão intenso, diz ela, que ela emprestou dinheiro secretamente para pagar pelo procedimento.

“De repente, a virgindade é importante na França”, diz ela. “Percebi que eu poderia ser vista com aquela mulher de quem todos estão falando na televisão.”

O cirurgião que realizou o procedimento disse que eles estão fortalecendo suas pacientes, dando a elas um futuro viável e evitando que enfrentem o abuso — ou até mesmo a morte — por parte de seus pais ou irmãos.

“Quem sou eu para julgar?”, perguntou Marc Abecassis, o cirurgião plástico que restaurou o hímen da estudante de Montpellier. “Eu tenho colegas nos Estados Unidos cujas pacientes fazem isso como presente de dia dos namorados a seus maridos. O que eu faço é diferente. Isso não é para diversão. Minhas pacientes não têm escolha se desejam encontrar serenidade — e maridos.”

Um especialista no que ele chama de cirurgia “íntima”, incluindo aumento de pênis, Abecassis diz que realiza de duas a quatro restaurações de hímen por semana.

O Colégio Francês de Ginecologistas e Obstetras se opõe ao procedimento por razões morais, culturais e de saúde.


“Nós tivemos uma revolução na França para ganhar a igualdade; tivemos uma revolução sexual em 1968, quando as mulheres lutaram pela contracepção e aborto”, diz o Dr. Jacques Lansac, o presidente da associação. “Atribuir tanta importância ao hímen é uma regressão e submissão à intolerância do passado.”

Mas as histórias das mulheres que se submeteram à cirurgia escondem complexas e dolorosas emoções por trás de suas decisões.


Uma muçulmana de 32 anos, nascida na Macedônia, diz ter optado pela operação para evitar ser punida por seu pai quando seu namoro de oito anos terminou.

“Eu tinha medo de que meu pai me levasse a um médico para ver se eu ainda era virgem”, diz a mulher, que é dona de um pequeno negócio e vive sozinha em Frankfurt, Alemanha. “Ele me disse, ‘Eu perdoarei qualquer coisa, mas não se você atirou lama na minha honra.’ Eu não tinha medo que ele me matasse, mas eu tinha certeza de ele me bateria.”

Em outros casos, a mulher e seu parceiro decidem que ela fará a operação. Uma francesa de 26 anos de descendência marroquina diz ter perdido sua virgindade há quatro anos, quando se apaixonou pelo homem com quem, agora, ela planeja se casar. Mas ela e seu noivo decidiram dividir os US$ 3.400 de sua restauração de hímen em Paris.

Sua família em Marrocos é muito conservadora, diz ela, e é exigido que um ginecologista — e amigo da família — de lá a examine para provar sua virgindade antes do casamento.

“Não importa para meu noivo que eu não seja virgem — mas seria um grande problema para sua família”, diz ela. “Eles sabem que se pode derramar sangue nos lençóis na noite de núpcias, então eu preciso ter provas melhores.”

Enquanto isso, o jovem casal francês cujo casamento foi anulado espera uma decisão da justiça. O Ministério da Justiça pediu uma apelação ao promotor de Lille, argumentando que a decisão da corte “provocou caloroso debate social” que “tocou todos os cidadãos de nosso país, especialmente as mulheres”.

No Centro Islâmico de Roubaix, o subúrbio de Lille onde ocorreu o casamento, há simpatia pela mulher.

“O homem é o maior de todos os burros”, diz Abdelkibir Errami, vice-presidente do centro. “Mesmo se a mulher não fosse mais uma virgem, ele não tinha o direito de expor sua honra. Isto não é o que o Islã prega. Ele prega o perdão.”


Do G1